terça-feira, 8 de novembro de 2011

O Supercomputador Nacional - Grifo04 - da Petrobrás

A Petrobras possui um equipamento que vai aumentar em dez vezes a capacidade de processamento de imagens de áreas com potencial de produção de gás e óleo. É o Grifo04, um supercomputador que tem capacidade de processamento de 1 petaflop (1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo).
Ele vai estar no ranking dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo, que é feito semestralmente pela empresa Top 500. Já é o mais veloz do Brasil.
O Grifo04 foi projetado pela equipe de tecnologia da informação (TIC) da Petrobras, em parceria com a área de Exploração e Produção, e consome 90% menos energia que um supercomputador vendido no mercado atualmente.

Além de maior precisão na prospecção de petróleo e gás, o Grifo04 também trouxe economia para a Petrobras. Se o supercomputador não fosse montado, seria necessário gastar R$ 180 milhões num novo Centro de Processamento de Dados. O custo do Grifo04 foi de R$ 15 milhões.

A Petrobras é pioneira no uso dessa tecnologia na indústria do petróleo (começou em 2007, com seus técnicos publicando artigos internacionalmente). “O parque de computação de alto desempenho tem saltos tecnológicos a cada dez anos, e a nossa meta é acompanhar esses saltos”, conta o analista de sistemas Bernardo Fortunato Costa.

Fonte: Petrobrás Fatos e dados

Leia mais em Plano Brasil

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Jogo online "decifra" em uma semana mistério da ciência que perdurava 10 anos sem solução


Jogadores online resolvem dilema científico

do Site
Inovação Tecnológica
20/09/2011


Jogadores de um game online resolveram em três semanas um problema de biologia molecular que vinha desafiando os cientistas há mais de uma década.

A solução representa o início de uma nova rota para o desenvolvimento de uma vacina contra a AIDS, outra encruzilhada da qual os cientistas ainda não conseguiram sair. 


Dobramento de proteínas 

Os jogadores voluntários formaram equipes para participar de um jogo online chamado FoldIt - "dobre-o", em tradução livre, em referência ao processo de dobramento das proteínas. 

O jogo permite que os participantes tanto colaborem quanto compitam para tentar prever a estrutura de moléculas de proteínas. 

Depois de passarem mais de uma década tentando sem sucesso, os cientistas desafiaram os jogadores de FoldIt a criarem um modelo preciso de uma enzima de um vírus similar ao HIV. 


Eles resolveram o problema em três semanas. 

Proteases retrovirais 

A classe de enzimas que estavam sendo estudadas, chamadas proteases retrovirais, têm um papel crítico na forma como o vírus da AIDS amadurece e se prolifera. 

Diversas equipes de cientistas vêm tentando desenvolver medicamentos que bloqueiem essas enzimas. 

Mas os esforços têm sido infrutíferos sobretudo porque os cientistas não sabiam como era a estrutura da molécula de protease retroviral, o que dificulta projetar moléculas que possam se ligar a ela. 


Intuição humana 

"Nós queríamos ver se a intuição humana poderia ter sucesso onde os métodos automáticos falharam," disse Firas Khatib, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. 

O sucesso veio depois de três semanas, sendo este o primeiro caso documentado de que jogadores tenham resolvido um problema científico. 

Mais importante, depois de um pequeno refinamento nos modelos produzidos pelos jogadores, os cientistas verificaram que a superfície da molécula possui alguns alvos interessantes para medicamentos que consigam desativar a enzima. 


Nobel Gamer? 

E haverão inúmeras outras partidas de FoldIt, uma vez que a estrutura das proteínas tem um papel essencial no estudo das causas e tratamentos para doenças imunológicas, câncer e Alzheimer, apenas para citar algumas. 

Quando o lançaram, há cerca de três anos, os cientistas disseram que o FoldIt poderia render um Prêmio Nobel de Medicina

Parece que eles não exageraram muito. 


Bibliografia:



Crystal structure of a monomeric retroviral protease solved by protein folding game players

Firas Khatib, Frank DiMaio, Seth Cooper, Maciej Kazmierczyk, Miroslaw Gilski, Szymon Krzywda, Helena Zabranska, Iva Pichova, James Thompson, Zoran Popovic, Mariusz Jaskolski, David Baker
Nature Structural & Molecular Biology
18 September 2011
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nsmb.2119
Fonte:Inovação Tecnológica

sábado, 16 de julho de 2011

Computação em nuvem - Prós e Contras

Do Blog Luis Nassif
Enviado por luisnassif,
sex, 15/07/2011 - 13:00
Por Stanilaw Calandreli 
From VoaNews - DigitalFrontiers

Se você está se perguntando qual é a mais recente, a maior "Mais Mais Nova Coisa " na web, basta olhar para o céu e verás uma dica.

É algo chamado "computação em nuvem", que embora não haja, ainda, muito acordo quanto a exatamente o que é, claramente é o tema do momento.
"Previsão: Nebulosidade crescente",
prevê o blog sobre tecnologia na internet "Channel Insider".
"A nuvem... é o sonho de longa data da computação",
escreve Michael Armbrustwith da Universidade da Califórnia Berkeley.
"Computação em Nuvem é a onda agora e essa onda vais crescer mais ainda ao longo dos próximos anos",
diz Steve Wexler em Network Computing.

Não é difícil encontrar elogios e previsões, sobre a computação em nuvem. Muito mais difícil, porém, é encontrar uma definição clara e concisa.

"Como uma metáfora para a Internet, 'a nuvem' é um clichê familiar", escreve Eric Knorr e Galen Grumen em InfoWorld.com. "Mas quando combinada com "computação", o significado se torna maior e mais confuso." Assim como as grandes coisas brancas no céu, 'computação em nuvem' pode ser uma idéia que parece bastante sólida a partir de uma distância, mas é menos tangível quando você chega perto.

Os conceitos básicos de computação em nuvem são bastante simples:
Todas as coisas que seu computador ou smart fone realiza, pode ser feito mais rápido, mais barato e melhor por um computador mais poderoso que está fixado em outro lugar. Se você tem um monte de documentos, porque não protegê-los em servidores maciços com terabytes de armazenamento? Se você usar vários programas diferentes, por que não usá-los em computadores com processadores muito mais poderosos do que o seu laptop? Com a computação em nuvem, mesmo o dispositivo mais barato pode funcionar como um supercomputador, e tudo que você precisa é uma conexão com a Internet.

Nada disso é realmente novo. Serviços de e-mail como o Hotmail e Gmail são essencialmente computação em nuvem - toda sua escrita, edição e mensagens armazenadas são mantidas em servidores que ficam em algum outro lugar, para que você possa acessá-los de qualquer lugar que estejas. Neste sentido, a computação em nuvem existe desde o início da própria Internet. Se você tem conta no Facebook, você está usando uma espécie de computação em nuvem, quando você acessa fotos, jogos e arquivos que rodam somente no Facebook. Tudo o que você vê em sua tela, existe e é executado em um local remoto.

Outro exemplo de computação em nuvem é incorporado pelos serviços de recuperação remota, como GoToMyPc.com - que lhe permite acessar e executar de casa o seu computador no escritório. Você ainda está no controle, mas exatamente como um aeromodelista pilota um avião controlado por rádio, você está no chão, enquanto a ação está realmente acontecendo em algum outro lugar distante.

"A computação em nuvem vai se tornar mais dominante do que o desktop na próxima década", escreveu Lee Rainie no Pew Internet & American Life Project. Talvez.

Mas na pressa de abraçar o novo, algumas pessoas agora estão fazendo perguntas sérias sobre o que pode ser perdido na nuvem.
As fotos que eu postar no Facebook é realmente armazenado em seus servidores – E aí? Eles são de minha propriedade, ou deles? Se eu estou usando uma variedade de aplicações em meu smart phone, quem é o responsável pela segurança? – Eu, a empresa de telefonia, ou os desenvolvedores de aplicações? Se um tribunal quiser intimar documentos que eu uso através do Gmail, eles pedirão a mim ou à Corporação Google? E como vou proteger a minha privacidade quando alguns bits digitais e pedaços de mim estão armazenados na Internet? As respostas são preocupantes.

Por exemplo, em 2009, O juiz americano Michael Mosman determinou que as autoridades policiais não precisam exibir o mandado de busca a um indivíduo para ler seus e-mails armazenados em outro local, mas apenas mostrá-lo ao provedor de serviços da Internet. Mais recentemente, um estudo conduzido pelo Ponemon Institute de Michigan revela que a maioria dos provedores de computação em nuvem considera que a segurança deve ser uma preocupação do usuário, enquanto a maioria dos usuários acha que a empresa é a responsável por manter seus dados privados realmente privados.

Até mesmo o New York Times colaborou com um editorial intitulado "A Nuvem Escurece."
"Estamos colocando nossas vidas na nuvem, quando as empresas e usuários armazenam tudo desde as fotos da família até os segredos dos negócios das corporações em servidores remotos", eles relataram. "Reforçar a segurança 'on-line' é de suma importância."

Na verdade, as preocupações crescentes sobre privacidade e segurança estão fazendo o caso da 'nuvem' parecer um pouco tempestuoso.

"Existem muitos motivos que levam um indivíduo ou uma empresa a pretender se envolver com computação em nuvem", diz Thomas Parenty, diretor da Consultoria Parenty em entrevista à CNN. "Nenhum deles tem a ver com segurança reforçada."

Parenty e outros apontam que tão negligente como algumas pessoas podem ser, quando se trata de ciber-segurança, também assim as empresas raramente são melhores, como a recente onda de hacks na Internet têm deixado muito claro. Ambos podem ser atingidos por ciber-ataques e Golpes da Pescaria ( veja o que é isto aqui), mas na nuvem você não tem apenas um computador para proteger, e sim, possivelmente, centenas espalhados pelo mundo. Para piorar as coisas, diz ele, as corporações e provedores de acesso não são transparentes sobre seus protocolos de segurança, deixando os usuários à própria sorte. "Você não tem idéia de quem está gerenciando os computadores com tuas informações. Você não tem idéia de onde estão. Você não tem idéia de quais proteções podem ou não estar no local para assegurar que suas informações não sejam roubadas ou divulgadas, ou de que elas, acidentalmente, não desaparecerão."
Tanto quanto é problemática, a computação em nuvem também rotineiramente falha - é o que diz um grupo de profissionais de segurança na recente "GigaOm Structure" computer conference.

"Tudo dentro da infra-estrutura deve ser projetado com o fracasso em mente... É assim que você tem que executar o seu negócio", diz Claus Moldt, Diretor Global da Salesforce.com, empresa de computação em nuvem de São Francisco.

Para ser justo, enquanto "fracasso" é uma palavra que soa ser assustadora, os tecnólogos a usam de uma forma um pouco diferente quando se fala sobre a robustez de uma rede de computadores em comparação com, digamos, uma rede elétrica. Quando uma rede de computadores falha, geralmente porque alguma parte ficou sobrecarregada e parou de funcionar, os engenheiros são capazes de seguir o problema, isolar a parte que está falhando e manter a maior parte da rede trabalhando. Em contraste, quando uma rede de energia elétrica falha, os resultados são imediatos e difíceis de corrigir, forçando o uso de algumas soluções provisórias e prolongadas interrupções elétricas.

"Você tem que pesar os prós e contras", escreve Matthew Weber no TBKD blog:
"É mais importante para você ter a comodidade de ter suas informações na nuvem? Ou, é mais importante para você saber que a sua informação está salva e segura?

Para mim é um pouco de ambos. Eu me preocupo com minhas informações na nuvem (nunca nada muito pessoal). No entanto, eu amo a conveniência de coisas como Amazon Cloud Player e Google Music.

Também penso que, enquanto minhas informações podem estar mais propensas a serem roubadas na nuvem, mesmo assim ainda é muito mais seguro do que estarem sujeitas às falhas no disco rígido, enquanto estiverem armazenadas nele."

Além de nebuloso como são as questões de privacidade e segurança na nuvem, elas se tornam ainda mais complicadas pelas normas corporativas e leis nacionais, que dificilmente sequer acompanham, em geral, a dinâmica da web, o que dizer então, quando se trata de computação em nuvem especificamente. Se um governo requer acesso aos documentos de seus cidadãos, quais são as responsabilidades do provedor? E se for uma empresa internacional com os servidores em vários continentes? O país onde os servidores estão localizados, precisa se envolver? E na nuvem, onde os documentos são constantemente copiados, movidos e armazenados em vários locais, eles podem realmente serem ordenados a existir em um só lugar?

A maioria concorda que a computação em nuvem ainda está em seus primeiros dias. E, como muitas outras coisas tech, um monte de preocupações de segurança e privacidade, provavelmente, será atendido através do uso - com tempo. Para o momento, se a nuvem é fofa e útil ou sombria e ameaçadora depende de muitos fatores, preparar-se para o risco de chuvas torrenciais, na maior parte permanece sendo função do usuário. Ainda assim, é um risco que um número crescente de usuários está disposto a assumir.


Fonte: Blog Luis Nassif

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O pronunciamento do Secretário da Educação de Goiás

O pronunciamento do Secretário da Educação, Thiago Peixoto, feito na segunda-feira, 27 junho de 2011, aos diretores e subsecretários de todo o Estado via Internet e Televisão.




Fonte do post: Portal da Secretaria da Educação de Goiás

terça-feira, 28 de junho de 2011

Microsoft lança a versão do Office na nuvem

Pacote poderá ser acessado de qualquer dispositivo. 
Cobrança será feita por assinatura mensal
Portanto, só usará quem assinar.

A Microsoft lançou nesta terça-feira a versão na nuvem do Office em 38 países. O Office 365 ainda não está disponível em português brasileiro mas, segundo a companhia, a versão deve chegar na 'segunda onda' de lançamentos - sem data definida. O pacote inclui todos os softwares já conhecidos do pacote Office como Word, Excel, PowerPoint e Outlook.

O diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, destacou durante palestra de lançamento do 365 nesta terça-feira o aspecto colaborativo que a nuevm traz."A colaboração é fundamental para o crescimento de um negócio e achamos que a melhor tecnologia de colaboração deveria estar disponível para todos. Com poucos cliques, Office 365 oferece às pequenas e médias empresas as ferramentas de colaboração poderosas que impulsionaram as grandes empresas durante anos", disse Ballmer.

O pacote Office pode ser acessado a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive os da rival Apple, ou que rodem Android, do Google. A empresa de Bill Gates disponibiliza duas opções de assinatura para o interessados no novo pacote. 
Para profissionais e pequenas empresas (com até 25 funcionários), há a assinatura profissional do 365 ou o chamado plano P. O preço inicial da assinatura do Plano P é de US$ 6 mensais; 

Para grandes organizações, a Microsoft disponibiliza a assinatura 'Enterprise' ou Plano E, que custa a partir de US$ 10 mensais;
  • O plano P permite acesso a e-mals, documentos, calendários e contatos. De acordo com a Microsoft, é possível usar o aplicativo sem ter conhecimento de TI.
  • Já o plano E é destinado para empresas com "necessidades de TI avançadas". O pacote disponibiliza integração com o Active Directory, arquivo de e-mail avançado, e Office Professional Plus. Nesse caso, a Microsoft oferece suporte técnico 24 horas por dia.
A Microsoft também promete segurança com o aplicativo, dizendo que os arquivos são armazenados nos "melhores centros de dados", que disponibiliza recuperação de arquivos e que conta com as principais certificações de segurança (SAS 70 e ISO 27001).

Google x Microsoft

O Google já havia dado fim ao monopólio da Microsoft com o Office, que segundo o jornal The Guardian gera 50% dos lucros da gigante, há muito tempo por conta do Google Apps. Agora, que a rival lançou a sua própria versão do pacote na nuvem, o Google passou ter alguma dor de cabeça.

Na véspera do lançamento do Office 365, o Google postou em seu blog 365 razões para usar o Google Apps. A corrida é principalmente pelos usuários corporativos. No mês passado, a rede de hotéis InterContinental, que tem 25 mil empregados em escritórios, anunciou a migração para o Google Apps.

Especialistas dizem que o Google ainda detém a vantagem para oferecer produtos mais baratos (até US$ 50 por ano) e algumas vezes gratuitamente. Para o analista da Gartner, Matt Cain, essa é uma oportunidade única para a Microsoft. "Se a Microsoft tropeçar, ela abre a porta para o Google, que já uma enorme ameaça para o Office no longo prazo", disse o analista ao Guardian.

A recente onda de computação torna não só o Google uma ameaça para a Microsoft. Em termos de serviços de e-mail, a IBM, a Zimbra e a Sales.com já oferecem softwares na nuvem que vem ganhando popularidade nos EUA e na Inglaterra.

Para a analista Melissa Webster, analista da consultoria IDC, a Microsoft não tinha como escapar da nuvem. "Não há dúvida de que foi a popularidade do Google Apps que empurrou a Microsoft (para a nuvem)", concluiu a analista ao jornal inglês.

Fonte: Terra tecnologia

segunda-feira, 6 de junho de 2011

PROJETOR PROINFO/MEC - Escolas Contempladas

Já está disponível no Sigetec (Sistema de Gestão Tecnológica - MEC) a consulta para saber sobre as escolas contempladas a receberem o Projetor PROINFO via Pregão: 029/2011.
Para saber mais sobre o Projetor PROINFO clique aqui.
As escolas parceiras e atendidas pelo NTE-Silvânia que estão listadas no Sigetec  para receberem o PROJETOR PROINFO são: (em ordem alfabética)
Bonfinópolis
  • Colégio Estadual Presidente Castelo Branco
  • Escola Municipal João Natal de Almeida
Leopoldo de Bulhões
  • Colégio Estadual Salim Afiune
Orizona
  • Colégio Estadual Maria Benedita Velozo
  • Escola municipal Francelino Nunes de Paula
  • Parque Infantil Dona Zulmira Gonçalves
Santa Cruz de Goiás
  • Colégio Estadual Senador Antônio de Ramos Caiado
São Miguel do Passa Quatro
  • Colégio Estadual Adonias Lemes do Prado
Silvânia
  • Colégio Estadual Professor José Paschoal da Silva
  • Escola de 1º Grau Geraldo Napoleão de Sousa
  • NTE - Silvânia - Núcleo de Tecnologia Educacional de Silvânia

Para consultar se sua Escola foi contemplada basta acessar o SIGETEC e seguir os passos abaixo:
  • Ir em "Consultas" e depois em "Distribuição por programa".
  • Na janela que se abrirá, vá no retângulo "selecione um programa" e escolha "PROJETOR PROINFO".
  • Em "UF" (Unidade da Federação) escolha o Estado a que pertence sua Escola;
  • Depois escolha o Município de sua Escola em "Escolha um Município" e finalmente clique em "pesquisar".
Se o resultado de sua busca gerar uma lista grande, você pode refinar ainda mais sua busca escolhendo outros itens como a "Zona" (urbana ou rural) e "Dep. Administrativa" (se é Estadual, Federal, Municipal ou particular).
No caso de Escolas e Instituições particulares elas têm de ter feitas, antes, suas adesões ao programa.

Para saber sobre adesões clique aqui.
A intenção do MEC é que as Escolas e Colégios contemplados recebam até final de junho os Projetores do Proinfo conforme informou o Portal do MEC. Leia mais aqui.

Fontes:

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Windows: AVG e o Malware "silencioso"

AVG identifica malware silencioso

22/5/2011,  Por Marcelo Bernstein,
com agências Correio do Brasil

Quando percebemos que um site foi atacado por um vírus, ou seja, quando nos damos conta de que há algum conteúdo suspeito, logo pensamos que ele foi hackeado. Os fatos deveriam ser exatamente assim, mas, recentemente, a AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança, descobriu um malware que utiliza uma nova maneira, quase imperceptível, de atacar e fazer com que o ataque passe despercebido.

Página do Google antes do malware
Clique aqui ou na imagem para ampliar


Parece que um frame foi inserido na home page do site, mas, ao analisar o código-fonte da página, nada de estranho é encontrado. “Antes da execução do malware, a página parecia e estava normal, assim, sabemos que ela não foi realmente atacada (ver foto acima). A pergunta então era: como ela apareceu alterada?” conta Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil (ver foto abaixo).
Página do Google depois de invadido pelo malware
Clique aqui ou na figura para ampliar
Após uma análise minuciosa do caso, a AVG detectou que o vírus se aproveitou do objeto ´InternetExplorer’. “Esse objeto controla uma instância do Internet Explorer (IE), e o que esse novo malware faz é configurar os eventos do IE para suas próprias funções”, explica Sumrell.
Nota do Blog:
Estas vulnerabilidades do Internet Explorer são as principais causas dos usuários estarem, cada vez mais, procurando usar outros navegadores (browsers) de Internet.
As funções modificadas, feitas pelo malware no IE, permitem analisar cada URL e nelas inserir o iframe com  código malicioso. Como ele é inserido dinamicamente, não poderá ser encontrado no código-fonte. Como a URL maliciosa não estava acessível no momento do teste, surgiu a mensagem de página não encontrada.

O AVG identifica esse malware como o trojan (ou cavalo de troia) VB.AMTX.

Fonte: Blog Luis Nassif

segunda-feira, 16 de maio de 2011

BrOffice passará a ser LibreOffice





A comunidade brasileira de software livre tem o orgulho de anunciar que o produto BrOffice passará a se chamar LibreOffice, que conta com uma comunidade internacional da qual, nós, voluntários brasileiros, somos ativos participantes e colaboradores.

__________________________________
A mudança ocorrerá em definitivo

....a partir das versões 3.4.x....

O pacote de escritório BrOffice ainda permanecerá com este nome na versão 3.3.x, tendo o nome substituído definitivamente a partir das versões 3.4.x. Já os demais projetos desenvolvidos pela comunidade brasileira, como portal, listas de discussão, revista, entre muitas outras iniciativas, já passam a adotar o nome “LibreOffice” em todos seus trabalhos. O projeto é mantido pelos milhares de desenvolvedores ao redor do planeta que optaram por seguir este caminho mais livre para o desenvolvimento a pleno vapor, respeitando a meritocracia e a liberdade. O amadurecimento e crescimento deste incrível pacote de escritório livre, multi-idiomas e multiplataformas pode ser comprovado pela rápida evolução comparado ao seu predecessor, o OpenOffice.org, trazendo ainda mais tranquilidade e segurança para todos os nossos usuários.

sábado, 14 de maio de 2011

Curso aluno Integrado 2011 - Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o curso "Aluno Integrado: qualificação em tecnologia digital" para os alunos do ensino médio devidamente matriculado.
O Curso é oferecido pelo MEC juntamente com a UFG
O curso é gratuito
As inscrições vão até o dia 20 de maio de 2011, sexta-feira.

O site do curso é acessado no link abaixo
www.labtime.ufg.br/ai/

O programa do curso - clique aqui

Os requisitos mínimos para poder se inscrever - clique aqui

Para fazer a inscrição - clique aqui

FAQ - Central de dúvidas do curso - clique aqui



Clique na figura para ampliar
Para se inscrever acesse o link abaixo
www.labtime.ufg.br/ai/inscricao

sábado, 7 de maio de 2011

O computador de R$ 40 da Raspberry Pi Foundation

da Geek.com via
blog Luis Nassif
postado por Foo

O desenvolvedor de jogos David Braben acredita que, ao entrarem no século XXI, as escolas passaram a ensinar atividades computacionais úteis, como escrever textos e fazer apresentações, mas deixou de lado a computação - que era mais comum nos anos 80.

Para resolver esse problema, ele não criou um curso, mas um PC de baixo custo que possa ser oferecido de graça para as crianças.

Foto: Geek.com, acessada 07mai2011
Clique na figura para ampliar
Com uma entrada USB de um lado e uma saída HDMI do outro, este dispositivo do tamanho de um chaveiro pode ser conectado a um monitor e um teclado, e roda uma versão completa do Ubuntu Linux. O custo? US$ 25 (R$ 40). O hardware oferecido não é nada mal: usa um processador ARM de 700MHz acoplado com 128MB de RAM, com uma performance gráfica decente a 1080 pixels confirmada. Isso significa que ele permite navegar na internet, rodar aplicações de escritório, e dar ao usuário um computador completamente funcional assim que é plugado.

O objetivo é oferecer uma alternativa de baixo custo que possa ser distribuída de graça para estudantes, para que eles possam aprender não apenas como operar um editor de texto, mas aprender fundamentos de programação

Este dispositivo será distribuido gratuitamente pela associação sem fins lucrativos Raspberry Pi Foundation, que também promoverá o estudo da ciência da computação nas escolas.

Fonte: Blog Luis Nassif

terça-feira, 26 de abril de 2011

O Projetor Proinfo desenvolvido pelo MEC e Universidades Federais

Aparelho multimídia chega a 20 mil escolas este semestre

Quarta-feira,
09fev2011-09:32

Clique na figura para ampliar
Projetor, computador, televisão, aparelho de som, microfone e DVD. Um só aparelho, desenvolvido pelo Ministério da Educação, em parceria com as universidades federais de Pernambuco e de Santa Catarina, substitui todos os equipamentos citados pelo preço unitário de R$ 1,4 mil. O projetor ProInfo será produzido pela mesma empresa responsável pelas urnas eletrônicas usadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O pedido inicial, de 20 mil aparelhos, para atender o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo), do MEC, está em fase de produção. As unidades devem chegar às salas de aula de escolas públicas até o fim deste semestre.
Além dos ganhos financeiros e pedagógicos, o principal destaque da inovação tecnológica é o ganho de tempo. “Antes, o professor precisava deslocar os estudantes até um laboratório ou levar TV com vídeo e projetor até a turma, fora o trabalho de conectar cabos e fazer testes”, explica José Guilherme Ribeiro, diretor de infraestrutura em tecnologia educacional do MEC.

Com o projetor ProInfo, a burocracia diminui. O aparelho pesa pouco mais de quatro quilos e pode ser conectado à internet apenas com uma tomada. Não é preciso configurá-lo, nem instalar softwares. Equipado com sistema wireless, ele permite o acesso à internet e projeta o conteúdo em qualquer parede.

Em dezembro de 2010, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fez registro de preço para o projetor. Os municípios, Estados e Distrito Federal podem adquiri-lo com recursos próprios ou de outras fontes por meio de adesão à ata de registro de preços decorrente do Pregão nº 42/ 2010. O registro apresenta preço — válido por um ano — divulgado pela empresa que ganhou o processo licitatório. Inicialmente, a produção mínima é de 20 mil aparelhos, mas o edital prevê a compra de até 80 mil. “Com os 20 mil aparelhos que serão distribuídos a escolas públicas neste semestre, beneficiaremos indiretamente 15 milhões de estudantes”, diz José Guilherme.

Parceria — A criação do equipamento mobilizou cerca de 20 pesquisadores e 300 escolas públicas. As escolas testaram os aparelhos e sugeriram mudanças. Orientador educacional em uma das escolas que testaram o projetor ProInfo no Distrito Federal, o professor Wellinton Maciel acompanhou de perto a parceria responsável pela criação do dispositivo. “Os professores sugeriram mudanças no peso, no formato e até mesmo na posição da tomada”, revela.

O principal benefício, de acordo com o professor, está no fator motivador. “Acoplar o conteúdo a som, imagem e movimento deixa os estudantes envolvidos”. Para driblar a possibilidade de acesso a material não confiável pela internet, Maciel sugere páginas certificadas pelo MEC. O Portal do Professor, por exemplo, contém aulas prontas em formato multimídia. “Tem também o Domínio Público. É bastante conteúdo”, afirma.

Fonte: Portal do MEC

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Desenho 3D com Software Livre

Se você alguma vez sonhou em criar imagens e animações em 3D, este é "o software".

A Blender Foundation e sua comunidade de desenvolvedores online acabam de anunciar o lançamento do Blender 2.57. Esta é a primeira versão estável do Blender, resultado de muitos anos de projeto e desenvolvimento.

Blender é o sistema de criação 3D open source, disponível para todos os sistemas operacionais, sob a licença GNU.

Clique na imagem para ampliar
Será talvez um dos melhores softwares do mundo, completamente gratuito, para modelagem tridimensional, animação, renderização, pós-produção, criação interativa e playback. O software vem com uma panóplia de ferramentas que o torna num dos mais interessantes da categoria. Pode ser utilizado para criar anúncios de TV, jogos, visualizações técnicas, gráficos de negócios ou design de interface. A renderização é versátil e extremamente rápida. Todos os princípios básicos de animação (curvas e chaves) estão implementados no programa.

Apesar de ser grátis, é tão completo que é a escolha de milhares de empresas em todo o mundo, para composições profissionais.

Abaixo tem um desenho animado. Trata do "Big Buck Bunny" é o segundo curta de animação produzido pela Fundação Blender, dessa vez através do Blender Institute. A produção também contou com a colaboração de artistas da comunidade. Assista:



Este curta é o resultado do projeto Peach, que durante o seu desenvolvimento, trouxe diversas funcionalidades novas para o Blender 3D.

O Curta de animação "Big Buck Bunny" está sob a Licença:

Creative Commons
3.0 Attribute "BY".

Portanto: Os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que dêem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.
_______________________________________

Para baixar o Programa Blender versão 2.57 para Windows, clique aqui
_______________________________________

Para baixar a animação "Big Buck Bunny" via 4Shared
Clique aqui
(Está em Widescreen (16:9), Resolução:1280x720 e Som Estéreo)



Fontes do post:

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os 20 anos do Linux

Via blog Luis Nassif

Atacar a Microsoft é como chutar cachorro morto, diz diretor da Linux Foundation
Duas décadas após Linus Torvalds ter desenvolvido seu famoso kernel de sistema operacional, a batalha entre Linux e Microsoft está terminada, e o Linux venceu -- diz o diretor executivo da Linux Foundation, Jim Zemlin.

Com uma única exceção, que são os computadores pessoais, o Linux ultrapassou a Microsoft em todos os mercados, do servidor aos dispositivos móveis, afirma Zemlin.

"Eu acho que a gente simplesmente não se importa muito mais com a Microsoft", diz Zemlin. "Eles eram nossos grandes rivais, agora é mais ou menos como chutar um cachorro morto".
"Creio que nesse aniversário de 20 anos, vale a pena refletir sobre de onde viemos". "Linux teve um começo humilde, como projeto de um estudante de Helsinki, e tornou-se a plataforma sobre a qual hoje circula 70% do sistema financeiro global, a plataforma sobre a qual circula a maior parte do tráfego da internet, seja o Facebook, Google, ou Amazon".
diz Zemlin
Linux pode ser encontrado em dispositivos eletrônicos para o consumidor, como as televisões e camcorders da Sony, o Kindle da Amazon, smartphones e tablets que rodam o sistema Android;
Linux lidera o mercado do menor sistema embarcado até os maiores supercomputadores, com mais de 90% dos top 500 supercomputadores do mundo".
"O Linux domina quase todas as categorias de computação, com a exceção do desktop", diz Zemlin.

A falha do Linux em capturar o desktop é desapontadora para muitos, admite Zemlin. Mas "a boa notícia é que o PC tradicional está se tornando cada vez menos importante, e as áreas nas quais o Linux é mais forte estão se tornando mais importantes".

A Linux Foundation, da qual Linus Torvalds é funcionário, dedica-se a acelerar a adoção e desenvolvimento do Linux. Criada em 2007 e sediada em San Francisco, a Fundação conta entre seus membros incluindo a IBM, Intel, Oracle, Cisco, Google, HP, Red Hat, e dezenas de outras.

"É basicamente todo mundo menos a Microsoft", diz Zemlin. "Nós recebemos contribuições de corporações e de indivíduos que acreditam no Linux e o utilizam todos os dias".

Apesar do futuro promissor, Zemlin observa que ainda existem ameaças. Processos envolvendo patentes de software e incerteza legal impedem algumas organizações de adotarem o Software Livre.


Fonte: Blog Luis Nassif

domingo, 20 de março de 2011

O Ilustrador João Montanaro, 14 anos

Entrevista do LeMonde com o ilustrador João Montanaro
Com apenas 14 anos, João Montanaro já divide espaço nas páginas ilustradas dos principais jornais e revistas com nomes como Laerte, Orlando e Angeli.
Foto: Revista Época,acessado 20mar2011

Vídeo: LeMonde,acessado 20mar2011

Blog de João Montanaro

Fonte: LeMonde Diplomatique

domingo, 27 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vírus: Existe vírus para LÍNUX?

Este artigo abaixo foi produzido originalmente no Blog Análise da Ciência .

Uma das grandes perguntas dos iniciantes, no uso de sistemas operacionais Linux, é se estes sofrem a ação dos vírus de computador.

Para responder essa questão devemos analisar alguns pontos importantes.

Vírus de Computador

O que seria bem um vírus de computador?

Numa consideração ”lato sensu”, ou seja, ampla, qualquer programa com função maliciosa é um vírus. Entretanto, numa visão mais técnica e ”strictu sensu”, os vírus são programas maliciosos que têm técnicas de reprodução, explorando falhas nos sistemas, de forma que possam se replicar para outros computadores.

Assim, um vírus que se envia por e-mail para toda a sua lista de endereços, ou aquele que se replica no pen-drive etc, são programas que exploram falhas no sistema e procuram se replicar de um computador para o outro, além de efetuarem os estragos a que estão programados.

Um cavalo de Tróia, no modo estrito de responder o que é um vírus, pode não ser considerado, em última instância, como um vírus que se auto-replica (pois estes nem sempre têm mecanismo de reprodução, por vezes são apenas iscas para garantir invasões de intrusos em sua máquina): há aqui o efeito psicológico envolvido – o usuário, que é humano, pode ser ludibriado "psicologicamente" a executar tais códigos de forma que estes possam permitir danos por crackers invasores.
[você já deve ter recebido um e-mail  de algum conhecido no qual é pedido para clicar em um determinado link para ver uma foto da turma da escola, ou de uma festa que você não foi, ou de uma amiga que  há tempos você não vê, ou coisa parecida.
Na realidade, o seu conhecido deve estar com o computador dele "infectado" com vírus, o tal programa malicioso, que se multiplicou por meio da lista de e-mail dele tentando convencer a você,  ludibriá-lo psicologicamente, a executar o tal programa malicioso ao clicar no link para ver a foto.
Com certeza você já deve ter clicado pelo menos uma vez...  afinal, quem já não foi em festas, ou já teve ou têm a velha turma de amigos, da escola ou faculdade, ou aquela amiga que há tempos não vê?
Ao clicar no tal link da foto, vai executar o tal programa malicioso, o vírus, e este infectará o seu computador e ao mesmo tempo se multiplicará, via sua lista de e-mail de amigos, na Internet enviando a mesma mensagem.]
Entretanto, se pensarmos da forma ”lato sensu”, podemos considerar vários tipos de códigos maliciosos como vírus; mas para este intento deveríamos ter um leque enorme de tipos de vírus de computador.

O funcionamento do Windows

Em geral no Microsoft Windows (principalmente 3.x e 9.x) não há uma estrutura de permissões bem construída a respeito de cada arquivo, do sistema ou não.

Isso significa que no Windows 98 se, por exemplo (e ainda, infelizmente, nos mais atuais também) eu executar um arquivo com código malicioso este, por sua vez, pode alterar arquivos do sistema, pois eu tenho, a possibilidade de alterar diversos arquivos do sistema.

Apesar das versões mais recentes do Windows tentarem bloquear certos arquivos, esta política não é tão bem estruturada (na verdade não é um trabalho de escalonar permissões legítimas).

O funcionamento do Linux

A forma do funcionamento do Linux é toda voltada para usuários. Cada usuário pode ter diversas permissões para se trabalhar com os arquivos do sistema (em geral apenas o Super Usuário, root, ou administrador, tem a possibilidade de apagar certos arquivos do sistema). Assim para executar um vírus “letal” no Linux, eu o teria de executar como super usuário.

Outra coisa importante é a diferença entre EXECUTAR e ABRIR algum arquivo. No Windows essas nomenclaturas se confundem. No Linux isso é bem definido: executar é diferente de abrir um arquivo, e para executá-lo devemos atribuir permissão de execução.
Um código malicioso sem a permissão de apagar arquivos do sistema só poderia apagar arquivos do usuário (o que de uma certa forma reduz o poder de destruição). Para evitar essa destruição, basta saber o que se está executando.

O Sudo

Mas no linux existe um software chamado ”sudo”, que permite com que eu executa um comando de super usuário com a senha do usuário comum. Aqui, alguns dizem, pode residir a possibilidade de se executar um código malicioso (ou, se formos a modo ”lato sensu”, vírus).

Entretanto, mesmo assim um suposto vírus deveria estar com permissão de execução, e o usuário, na maioria das vezes, deveria que inserir sua senha para que este código efetuasse seu estrago.

Fator externo

Para um código de cunho malicioso efetuar algum estrago relevante no linux então ele deve explorar falhar muito sérias no sistema (que por ser código aberto poderiam ser corrigidos) e algumas artimanhas que poderiam beirar a manobras psicológicas (como oferecer algo em troca se for executado um script, etc). Apesar disto as alternativas de um vírus estão reduzidas, devido a estrutura do software, mas não impossível de que se crie um código malicioso.

É possível vírus no Linux?
Sim, é possível que exista códigos maliciosos, mas estes tem o escopo de ação reduzido e não tão grande como os que encontramos nos milhares e milhares existentes para o Windows.
Apesar de tecnicamente ser possível, não há registro de vírus “potentes” que tenham efetuado estragos enormes em sistemas linux.

Com toda essa estrutura do sistema linux, basta se ter cuidado para não executar códigos maliciosos que porventura venham a existir.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Fortalecendo o Modelo do Software Público‏

Na quarta-feira, dia 19 de janeiro, o governo federal publicou no Diário Oficial da União a primeira versão da Instrução Normativa do Software Público Brasileiro - a IN01/2011, que foi elaborada nos dois últimos anos com a colaboração dos coordenadores das comunidades do Portal SPB e da Consulta Pública junto à sociedade brasileira.

O Ministério do Planejamento fez uma divulgação do acontecimento em seu portal institucional passando os detalhes do lançamento da IN01/2011. A notícia pode ser vista com detalhes mais abaixo e utilizada pelos usuários do Portal para divulgar essa conquista.

A IN do Software Público encontra-se disponível no endereço:

E a versão publicada no Diário Oficial da União pode ser acessada pelo endereço:

Veja a notícia divulgada pelo Portal do Ministério do Planejamento:

Brasília, 19/01/2011 - A sociedade ganha hoje mais garantia para usar de forma continuada os programas disponíveis e que são baixados do Portal do Software Público Brasileiro. Essa é uma das novidades da Instrução Normativa (IN) no 1, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial e que institucionaliza o sistema. A medida também traz mais segurança para a manutenção e desenvolvimento de todo o processo que é realizado pela Administração Pública, como as políticas de registro e usabilidade dos softwares.

O portal, iniciativa pioneira no mundo, foi criado em 2007, inaugurando nova etapa para a expansão do software livre no Brasil. Trata-se de um modelo de licenciamento e gestão que compartilha de forma gratuita com qualquer cidadão os programas criados pelo Governo e a rede de parceiros, como empresas. “Este é um elemento estratégico para os projetos de governo eletrônico (e-Gov) e de inclusão digital”, diz a secretária Glória Guimarães.

Segundo a titular da SLTI, com este site o Executivo Federal se tornou protagonista no desenvolvimento de soluções e na liderança das comunidades do mundo digital, o que é reforçado agora com a IN. Entre as melhorias trazidas pela nova medida, para o cidadão, empresas e setor público, estão o aumento na quantidade de software que entrará no portal (antes era em média um por mês e agora será o dobro), menos burocratização para os donos dos programas originais na hora de colocar uma solução no portal (reduzindo pela metade o tempo que era de cerca de quatro meses), autenticação dos softwares, que ganhará licença pública de marca, e a obrigação e definição do papel de cada agente nas políticas de uso. Além disso, a SLTI passa a ter mais poder para dar garantia ao novo modelo, como o reconhecimento de direitos autorais dos programas.

Atualmente, o portal abriga 44 softwares públicos, como o Coletor Automático de Informações Computacionais (Cacic) que verifica diversas informações sobre hardware e software nos computadores, o Ginga (espécie de mediador de soluções para TV Digital Brasileira), além de sistemas de gestão para municípios e programas na área da saúde, educação, meio ambiente e gerenciamento de contratos. Já foram feitas ate agora mais de mil instalações desses softwares.

O cadastro já contabiliza mais de 100 mil usuários, entre os que utilizam o serviço e colaboradores que realizam modificações nas aplicações. De acordo com a SLTI, o portal tem sido uma grande ferramenta até para instituições de outros países, como Argentina, Portugal, Chile e Paraguai.


Fonte: Portal do Ministério do Planejamento

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Piraí Digital - O Uso das Novas Tecnologias mudando a História de uma cidade

Planejamento e internet mudam história de cidade

Por Lilian Milena
via blog do Luis Nassif

Piraí, município localizado ao sul do estado do Rio de Janeiro, com pouco mais de 25 mil habitantes, vem chamando atenção pelo bom desempenho educacional e social atingidos nos últimos anos, tudo graças a um programa de desenvolvimento voltado para atração de empresas e universalização da internet, iniciado no final da década de 1990.
Em 1997, o desemprego em massa obrigou a cidade a desenvolver às pressas um plano de desenvolvimento local. O atual secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia, do município, Fábio Marcelo Silva, conta que as demissões foram causadas pelo processo de privatização da Companhia de Energia Elétrica do Rio de Janeiro, Light, que empregava, então, cerca de 1,5 mil das 22 mil pessoas que moravam na cidade.

No mesmo ano, o programa de desenvolvimento começou a ser estruturado. A proposta se baseou na construção de condomínios industriais atraindo empreendimentos com incentivos fiscais. “O objetivo era trazer empresas e suprir o déficit gerado de desemprego, e melhorar a renda da população, já que as demissões tiveram o efeito cascata no comércio local muito grande, uma vez que essas pessoas [desempregadas] tinham um salário razoável e consumiam em Piraí”, explica Silva.

Desde então, cerca de 20 empresas se instalaram no município. Em 2001, graças ao sucesso do plano de desenvolvimento, Piraí recebeu o Prêmio de Gestão Pública de Cidadania, concedido pela Fundação Ford, Fundação Getúlio Vargas (FGV) e BNDES.

Até chegar à internet grátis

A partir desse reconhecimento, os governantes de Piraí tiveram uma nova ideia para manter o interessa das empresas que já tinha atraído para a região: tornar o acesso à internet barato na região. “Não tínhamos acesso à internet, principalmente em banda larga. E isso é uma demanda de qualquer indústria. O Piraí Digital começou a ser pensando nesse seguimento”, lembra o secretário.

Foto: educacaopolitica.com.br,14jan2011
A rede de Internet gratuita de Piraí
O município realizou parcerias com a iniciativa privada que contribuiu para a construção do primeiro projeto. Silva conta que mais de 20 empresas ajudaram no plano. “A implantação do nosso primeiro desenho custou R$ 200 mil. É um sistema hibrido onde usamos tecnologia wirellss [de ondas de radio para propagação de sinal da internet] e também a cabo”.

Em 2004, foi inaugurada a primeira fase do projeto, com internet grátis disponível em escolas, prédios públicos, postos de saúde e telecentros, para acesso da população em geral. Silva explica que o objetivo do governo era, num segundo momento, levar o sinal da prefeitura para as residências e empresas há um custo 50% inferior do que os provedores privados cobravam na época, o que não foi feito, porque a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não concedia licenças para que prefeituras operassem esse tipo de serviço.

Em março de 2007 o Conselho Diretor da Anatel autorizou prefeituras municipais a operarem diretamente serviços de telecomunicação. Para tanto, elas teriam que solicitar, a partir de então, uma licença de Serviço Limitado Privado (SLP), sob condição de não cobrarem pelo serviço prestado. Foi assim que Piraí liberou os serviços à toda população.

Segundo Silva, hoje o município gasta cerca de 75 mil reais ao mês com manutenção do programa e ampliação do sistema hibrido (banda larga e wireless). “Esse custo já faz parte do orçamento municipal”, completa.

Impactos

A cidade de Piraí investe 34% do seu orçamento na educação. Na época em que aguardava licença da Anatel para propagar o sinal de internet a toda população, o município se voltou para as escolas, disponibilizando o acesso a toda sua rede de ensino.

Em 2007, foi uma das quatro cidades escolhidas para o projeto piloto do Ministério da Educação “Um computador por Aluno”(UCA), quando foram cedidos 700 computadores ao colégio Professora Rosa da Conceição Guedes, que duplicou, em apenas dois anos, sua avaliação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2,2 pontos para 4,8 pontos.

Foto: Jornal o fato, acessada em 14jan2011
Visita do Presidente Lula e o Governador do Rio Sérgio Cabral, em 2007, às escolas que receberam os computadores UCA via MEC.

O sucesso do projeto levou o município a fechar um acordo com o estado do Rio de Janeiro para levar computadores a todos os alunos de toda a rede municipal de ensino.
“O estado investiu R$ 4 milhões para a compra dos laptops, e o município entrou com a contrapartida de R$ 1,2 milhão para estruturar a rede wireless nas escolas e também adquirir notebooks para os professores”, diz Silva.

E em 2009, Piraí se tornou a primeira cidade do mundo onde todos os estudantes trabalham com um micro em sala de aula. Ao todo são 5,5 mil equipamentos entregues, nas 21 escolas municipais, pelo governo do Estado e a pela empresa Intel, a um custo de R$ 700 cada.

Foto: Imprensa.rj.gov.br, acessado em 14jan2011
Ampliação do Projeto Piraí Digital
(clique na figura para ver a foto em tamanho maior)

Em 2004, Piraí foi mais uma vez reconhecida com o Prêmio de Gestão Pública, o mesmo conquistado em 2001, e concedido pelas entidades Fundação Ford, FGV e BNDES. No mesmo ano, receberam o Prêmio Latino Americano de Cidades Digitais, em Bogotá, capital da Colômbia, na categoria cidade de pequeno porte, além de serem formalmente elogiados pela UNESCO pela relevância do projeto Piraí Digital.
Um estudo realizado pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) e que resulta no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) destaca Piraí no 116º lugar entre os 5.564 municípios brasileiros. O trabalho foi divulgado em 2010, com base em dados do ano de 2007. De acordo com o levantamento, Piraí está entre os 4% dos mais de 5.500 municípios brasileiros que possuem IFDM acima de 0,8 – índice que leva em consideração alto desenvolvimento.
Em 2005, foi a vez de levar o prêmio TOP Seven, Intelligence Community, em Nova York, por serem considerados uma das sete cidades mais inteligentes do mundo. Também, no mesmo ano, receberam o Prêmio CONIP – Congresso Nacional de Informática Pública.

Ouça a entrevista do Secretário de Planejamento de Piraí, Fábio Marcelo Silva, ao Brasilianas.org na íntegra


Para baixar a íntegra da entrevista concedida pelo secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia, do município, Fábio Marcelo Silva, ao Brasilianas.org, cliqueaqui..

Fonte: Blog Luis Nassif

.