sábado, 16 de julho de 2011

Computação em nuvem - Prós e Contras

Do Blog Luis Nassif
Enviado por luisnassif,
sex, 15/07/2011 - 13:00
Por Stanilaw Calandreli 
From VoaNews - DigitalFrontiers

Se você está se perguntando qual é a mais recente, a maior "Mais Mais Nova Coisa " na web, basta olhar para o céu e verás uma dica.

É algo chamado "computação em nuvem", que embora não haja, ainda, muito acordo quanto a exatamente o que é, claramente é o tema do momento.
"Previsão: Nebulosidade crescente",
prevê o blog sobre tecnologia na internet "Channel Insider".
"A nuvem... é o sonho de longa data da computação",
escreve Michael Armbrustwith da Universidade da Califórnia Berkeley.
"Computação em Nuvem é a onda agora e essa onda vais crescer mais ainda ao longo dos próximos anos",
diz Steve Wexler em Network Computing.

Não é difícil encontrar elogios e previsões, sobre a computação em nuvem. Muito mais difícil, porém, é encontrar uma definição clara e concisa.

"Como uma metáfora para a Internet, 'a nuvem' é um clichê familiar", escreve Eric Knorr e Galen Grumen em InfoWorld.com. "Mas quando combinada com "computação", o significado se torna maior e mais confuso." Assim como as grandes coisas brancas no céu, 'computação em nuvem' pode ser uma idéia que parece bastante sólida a partir de uma distância, mas é menos tangível quando você chega perto.

Os conceitos básicos de computação em nuvem são bastante simples:
Todas as coisas que seu computador ou smart fone realiza, pode ser feito mais rápido, mais barato e melhor por um computador mais poderoso que está fixado em outro lugar. Se você tem um monte de documentos, porque não protegê-los em servidores maciços com terabytes de armazenamento? Se você usar vários programas diferentes, por que não usá-los em computadores com processadores muito mais poderosos do que o seu laptop? Com a computação em nuvem, mesmo o dispositivo mais barato pode funcionar como um supercomputador, e tudo que você precisa é uma conexão com a Internet.

Nada disso é realmente novo. Serviços de e-mail como o Hotmail e Gmail são essencialmente computação em nuvem - toda sua escrita, edição e mensagens armazenadas são mantidas em servidores que ficam em algum outro lugar, para que você possa acessá-los de qualquer lugar que estejas. Neste sentido, a computação em nuvem existe desde o início da própria Internet. Se você tem conta no Facebook, você está usando uma espécie de computação em nuvem, quando você acessa fotos, jogos e arquivos que rodam somente no Facebook. Tudo o que você vê em sua tela, existe e é executado em um local remoto.

Outro exemplo de computação em nuvem é incorporado pelos serviços de recuperação remota, como GoToMyPc.com - que lhe permite acessar e executar de casa o seu computador no escritório. Você ainda está no controle, mas exatamente como um aeromodelista pilota um avião controlado por rádio, você está no chão, enquanto a ação está realmente acontecendo em algum outro lugar distante.

"A computação em nuvem vai se tornar mais dominante do que o desktop na próxima década", escreveu Lee Rainie no Pew Internet & American Life Project. Talvez.

Mas na pressa de abraçar o novo, algumas pessoas agora estão fazendo perguntas sérias sobre o que pode ser perdido na nuvem.
As fotos que eu postar no Facebook é realmente armazenado em seus servidores – E aí? Eles são de minha propriedade, ou deles? Se eu estou usando uma variedade de aplicações em meu smart phone, quem é o responsável pela segurança? – Eu, a empresa de telefonia, ou os desenvolvedores de aplicações? Se um tribunal quiser intimar documentos que eu uso através do Gmail, eles pedirão a mim ou à Corporação Google? E como vou proteger a minha privacidade quando alguns bits digitais e pedaços de mim estão armazenados na Internet? As respostas são preocupantes.

Por exemplo, em 2009, O juiz americano Michael Mosman determinou que as autoridades policiais não precisam exibir o mandado de busca a um indivíduo para ler seus e-mails armazenados em outro local, mas apenas mostrá-lo ao provedor de serviços da Internet. Mais recentemente, um estudo conduzido pelo Ponemon Institute de Michigan revela que a maioria dos provedores de computação em nuvem considera que a segurança deve ser uma preocupação do usuário, enquanto a maioria dos usuários acha que a empresa é a responsável por manter seus dados privados realmente privados.

Até mesmo o New York Times colaborou com um editorial intitulado "A Nuvem Escurece."
"Estamos colocando nossas vidas na nuvem, quando as empresas e usuários armazenam tudo desde as fotos da família até os segredos dos negócios das corporações em servidores remotos", eles relataram. "Reforçar a segurança 'on-line' é de suma importância."

Na verdade, as preocupações crescentes sobre privacidade e segurança estão fazendo o caso da 'nuvem' parecer um pouco tempestuoso.

"Existem muitos motivos que levam um indivíduo ou uma empresa a pretender se envolver com computação em nuvem", diz Thomas Parenty, diretor da Consultoria Parenty em entrevista à CNN. "Nenhum deles tem a ver com segurança reforçada."

Parenty e outros apontam que tão negligente como algumas pessoas podem ser, quando se trata de ciber-segurança, também assim as empresas raramente são melhores, como a recente onda de hacks na Internet têm deixado muito claro. Ambos podem ser atingidos por ciber-ataques e Golpes da Pescaria ( veja o que é isto aqui), mas na nuvem você não tem apenas um computador para proteger, e sim, possivelmente, centenas espalhados pelo mundo. Para piorar as coisas, diz ele, as corporações e provedores de acesso não são transparentes sobre seus protocolos de segurança, deixando os usuários à própria sorte. "Você não tem idéia de quem está gerenciando os computadores com tuas informações. Você não tem idéia de onde estão. Você não tem idéia de quais proteções podem ou não estar no local para assegurar que suas informações não sejam roubadas ou divulgadas, ou de que elas, acidentalmente, não desaparecerão."
Tanto quanto é problemática, a computação em nuvem também rotineiramente falha - é o que diz um grupo de profissionais de segurança na recente "GigaOm Structure" computer conference.

"Tudo dentro da infra-estrutura deve ser projetado com o fracasso em mente... É assim que você tem que executar o seu negócio", diz Claus Moldt, Diretor Global da Salesforce.com, empresa de computação em nuvem de São Francisco.

Para ser justo, enquanto "fracasso" é uma palavra que soa ser assustadora, os tecnólogos a usam de uma forma um pouco diferente quando se fala sobre a robustez de uma rede de computadores em comparação com, digamos, uma rede elétrica. Quando uma rede de computadores falha, geralmente porque alguma parte ficou sobrecarregada e parou de funcionar, os engenheiros são capazes de seguir o problema, isolar a parte que está falhando e manter a maior parte da rede trabalhando. Em contraste, quando uma rede de energia elétrica falha, os resultados são imediatos e difíceis de corrigir, forçando o uso de algumas soluções provisórias e prolongadas interrupções elétricas.

"Você tem que pesar os prós e contras", escreve Matthew Weber no TBKD blog:
"É mais importante para você ter a comodidade de ter suas informações na nuvem? Ou, é mais importante para você saber que a sua informação está salva e segura?

Para mim é um pouco de ambos. Eu me preocupo com minhas informações na nuvem (nunca nada muito pessoal). No entanto, eu amo a conveniência de coisas como Amazon Cloud Player e Google Music.

Também penso que, enquanto minhas informações podem estar mais propensas a serem roubadas na nuvem, mesmo assim ainda é muito mais seguro do que estarem sujeitas às falhas no disco rígido, enquanto estiverem armazenadas nele."

Além de nebuloso como são as questões de privacidade e segurança na nuvem, elas se tornam ainda mais complicadas pelas normas corporativas e leis nacionais, que dificilmente sequer acompanham, em geral, a dinâmica da web, o que dizer então, quando se trata de computação em nuvem especificamente. Se um governo requer acesso aos documentos de seus cidadãos, quais são as responsabilidades do provedor? E se for uma empresa internacional com os servidores em vários continentes? O país onde os servidores estão localizados, precisa se envolver? E na nuvem, onde os documentos são constantemente copiados, movidos e armazenados em vários locais, eles podem realmente serem ordenados a existir em um só lugar?

A maioria concorda que a computação em nuvem ainda está em seus primeiros dias. E, como muitas outras coisas tech, um monte de preocupações de segurança e privacidade, provavelmente, será atendido através do uso - com tempo. Para o momento, se a nuvem é fofa e útil ou sombria e ameaçadora depende de muitos fatores, preparar-se para o risco de chuvas torrenciais, na maior parte permanece sendo função do usuário. Ainda assim, é um risco que um número crescente de usuários está disposto a assumir.


Fonte: Blog Luis Nassif

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O pronunciamento do Secretário da Educação de Goiás

O pronunciamento do Secretário da Educação, Thiago Peixoto, feito na segunda-feira, 27 junho de 2011, aos diretores e subsecretários de todo o Estado via Internet e Televisão.




Fonte do post: Portal da Secretaria da Educação de Goiás

terça-feira, 28 de junho de 2011

Microsoft lança a versão do Office na nuvem

Pacote poderá ser acessado de qualquer dispositivo. 
Cobrança será feita por assinatura mensal
Portanto, só usará quem assinar.

A Microsoft lançou nesta terça-feira a versão na nuvem do Office em 38 países. O Office 365 ainda não está disponível em português brasileiro mas, segundo a companhia, a versão deve chegar na 'segunda onda' de lançamentos - sem data definida. O pacote inclui todos os softwares já conhecidos do pacote Office como Word, Excel, PowerPoint e Outlook.

O diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, destacou durante palestra de lançamento do 365 nesta terça-feira o aspecto colaborativo que a nuevm traz."A colaboração é fundamental para o crescimento de um negócio e achamos que a melhor tecnologia de colaboração deveria estar disponível para todos. Com poucos cliques, Office 365 oferece às pequenas e médias empresas as ferramentas de colaboração poderosas que impulsionaram as grandes empresas durante anos", disse Ballmer.

O pacote Office pode ser acessado a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive os da rival Apple, ou que rodem Android, do Google. A empresa de Bill Gates disponibiliza duas opções de assinatura para o interessados no novo pacote. 
Para profissionais e pequenas empresas (com até 25 funcionários), há a assinatura profissional do 365 ou o chamado plano P. O preço inicial da assinatura do Plano P é de US$ 6 mensais; 

Para grandes organizações, a Microsoft disponibiliza a assinatura 'Enterprise' ou Plano E, que custa a partir de US$ 10 mensais;
  • O plano P permite acesso a e-mals, documentos, calendários e contatos. De acordo com a Microsoft, é possível usar o aplicativo sem ter conhecimento de TI.
  • Já o plano E é destinado para empresas com "necessidades de TI avançadas". O pacote disponibiliza integração com o Active Directory, arquivo de e-mail avançado, e Office Professional Plus. Nesse caso, a Microsoft oferece suporte técnico 24 horas por dia.
A Microsoft também promete segurança com o aplicativo, dizendo que os arquivos são armazenados nos "melhores centros de dados", que disponibiliza recuperação de arquivos e que conta com as principais certificações de segurança (SAS 70 e ISO 27001).

Google x Microsoft

O Google já havia dado fim ao monopólio da Microsoft com o Office, que segundo o jornal The Guardian gera 50% dos lucros da gigante, há muito tempo por conta do Google Apps. Agora, que a rival lançou a sua própria versão do pacote na nuvem, o Google passou ter alguma dor de cabeça.

Na véspera do lançamento do Office 365, o Google postou em seu blog 365 razões para usar o Google Apps. A corrida é principalmente pelos usuários corporativos. No mês passado, a rede de hotéis InterContinental, que tem 25 mil empregados em escritórios, anunciou a migração para o Google Apps.

Especialistas dizem que o Google ainda detém a vantagem para oferecer produtos mais baratos (até US$ 50 por ano) e algumas vezes gratuitamente. Para o analista da Gartner, Matt Cain, essa é uma oportunidade única para a Microsoft. "Se a Microsoft tropeçar, ela abre a porta para o Google, que já uma enorme ameaça para o Office no longo prazo", disse o analista ao Guardian.

A recente onda de computação torna não só o Google uma ameaça para a Microsoft. Em termos de serviços de e-mail, a IBM, a Zimbra e a Sales.com já oferecem softwares na nuvem que vem ganhando popularidade nos EUA e na Inglaterra.

Para a analista Melissa Webster, analista da consultoria IDC, a Microsoft não tinha como escapar da nuvem. "Não há dúvida de que foi a popularidade do Google Apps que empurrou a Microsoft (para a nuvem)", concluiu a analista ao jornal inglês.

Fonte: Terra tecnologia

segunda-feira, 6 de junho de 2011

PROJETOR PROINFO/MEC - Escolas Contempladas

Já está disponível no Sigetec (Sistema de Gestão Tecnológica - MEC) a consulta para saber sobre as escolas contempladas a receberem o Projetor PROINFO via Pregão: 029/2011.
Para saber mais sobre o Projetor PROINFO clique aqui.
As escolas parceiras e atendidas pelo NTE-Silvânia que estão listadas no Sigetec  para receberem o PROJETOR PROINFO são: (em ordem alfabética)
Bonfinópolis
  • Colégio Estadual Presidente Castelo Branco
  • Escola Municipal João Natal de Almeida
Leopoldo de Bulhões
  • Colégio Estadual Salim Afiune
Orizona
  • Colégio Estadual Maria Benedita Velozo
  • Escola municipal Francelino Nunes de Paula
  • Parque Infantil Dona Zulmira Gonçalves
Santa Cruz de Goiás
  • Colégio Estadual Senador Antônio de Ramos Caiado
São Miguel do Passa Quatro
  • Colégio Estadual Adonias Lemes do Prado
Silvânia
  • Colégio Estadual Professor José Paschoal da Silva
  • Escola de 1º Grau Geraldo Napoleão de Sousa
  • NTE - Silvânia - Núcleo de Tecnologia Educacional de Silvânia

Para consultar se sua Escola foi contemplada basta acessar o SIGETEC e seguir os passos abaixo:
  • Ir em "Consultas" e depois em "Distribuição por programa".
  • Na janela que se abrirá, vá no retângulo "selecione um programa" e escolha "PROJETOR PROINFO".
  • Em "UF" (Unidade da Federação) escolha o Estado a que pertence sua Escola;
  • Depois escolha o Município de sua Escola em "Escolha um Município" e finalmente clique em "pesquisar".
Se o resultado de sua busca gerar uma lista grande, você pode refinar ainda mais sua busca escolhendo outros itens como a "Zona" (urbana ou rural) e "Dep. Administrativa" (se é Estadual, Federal, Municipal ou particular).
No caso de Escolas e Instituições particulares elas têm de ter feitas, antes, suas adesões ao programa.

Para saber sobre adesões clique aqui.
A intenção do MEC é que as Escolas e Colégios contemplados recebam até final de junho os Projetores do Proinfo conforme informou o Portal do MEC. Leia mais aqui.

Fontes: