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segunda-feira, 16 de maio de 2011

BrOffice passará a ser LibreOffice





A comunidade brasileira de software livre tem o orgulho de anunciar que o produto BrOffice passará a se chamar LibreOffice, que conta com uma comunidade internacional da qual, nós, voluntários brasileiros, somos ativos participantes e colaboradores.

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A mudança ocorrerá em definitivo

....a partir das versões 3.4.x....

O pacote de escritório BrOffice ainda permanecerá com este nome na versão 3.3.x, tendo o nome substituído definitivamente a partir das versões 3.4.x. Já os demais projetos desenvolvidos pela comunidade brasileira, como portal, listas de discussão, revista, entre muitas outras iniciativas, já passam a adotar o nome “LibreOffice” em todos seus trabalhos. O projeto é mantido pelos milhares de desenvolvedores ao redor do planeta que optaram por seguir este caminho mais livre para o desenvolvimento a pleno vapor, respeitando a meritocracia e a liberdade. O amadurecimento e crescimento deste incrível pacote de escritório livre, multi-idiomas e multiplataformas pode ser comprovado pela rápida evolução comparado ao seu predecessor, o OpenOffice.org, trazendo ainda mais tranquilidade e segurança para todos os nossos usuários.

sábado, 23 de outubro de 2010

Oracle x LibreOffice

Oracle pede a membros do LibreOffice que deixem o conselho do OpenOffice.org

Quando o fork do OpenOffice.org foi anunciado vários membros esperavam que a Oracle apoiasse o projeto (o convite foi feito). Alguns imaginavam até que a empresa seria capaz de doar o nome e os domínios como "OpenOffice.org" para a nova fundação. Nada disso aconteceu.

Como é software livre e os fontes já estavam publicados, a Oracle não podia se apropriar do código proibindo a redistribuição, muito menos a criação de obras derivadas. Mas isso não obriga a empresa a sair apoiando qualquer tentativa de derivação, por mais forte que ela seja, caso do LibreOffice - que promete ser maior que o OpenOffice.org original daqui pra frente, dada a quantidade de participantes e grandes apoiadores. Justamente a Oracle vê o LibreOffice como algo não bom, e pretende continuar - sabe-se lá com quais objetivos - como o seu OO (OpenOffice), ao seu modo.

Apesar de ficar devendo um anúncio oficial um pouco claro, a empresa revelou parte das suas intenções ao pedir para que membros do conselho do OO que participam também da fundação do LibreOffice (The Document Foundation) deixem seus cargos.

O pedido foi feito numa reunião na semana passada por Louis Saurez-Potts, um dos responsáveis pela comunidade do OpenOffice.org - que já ocupava o mesmo cargo na Sun. O fato de participar das duas organizações coloca os envolvidos num conflito de interesses, prejudicando um ou mesmo os dois projetos.

Há quem discorde, mas pessoalmente até acho o pedido justo. Deixem os cargos no conselho do OpenOffice para quem vai participar ativamente do OO, não para quem está trabalhando ao mesmo tempo em outro projeto com objetivos idênticos - produzir uma boa suíte de aplicativos de escritório. O empenho das equipes e, consequentemente, a recepção do público, é que ditará o sucesso de um ou do outro. Aparentemente, pelo breve histórico da Oracle depois da compra da Sun, a liderança global será do fork LibreOffice, uma vez que sua origem - o OO - não tem atualmente uma organização realmente comprometida com a comunidade open source, que deveria ser a base do OpenOffice.org.

O fork LibreOffice não tinha essa impressão da Oracle no começo, uma vez que até chamaram os membros para largar a Oracle e participarem do LibreOffice de forma independente, mas algumas pessoas (com seus motivos, sejam eles quais forem, incluindo cargos na empresa e/ou dinheiro) não quiseram. Portanto a Oracle está disposta a continuar com seu programa, seja como for.


Fonte do Post:

LibreOffice 3.3.0 Beta 2 - somente para teste... por enquanto

LibreOffice 3.3.0 Beta 2 já está disponível para teste

15 de Outubro de 2010, por Vitorio Furusho

10 anos depois da abertura de código do StarOffice e o surgimento do OpenOffice.org, a Document Foundation anuncia o LibreOffice beta 2, disponível para testes no portal do TDF, somente em inglês, por enquanto. 

Para aquelas pessoas que queiram ajudar a testar o produto, as falhas encontradas podem ser reportadas em: https://bugs.freedesktop.org/

LibreOffice

De acordo com o beta release, antes de instalar a nova versão, em sistemas operacionais Windows e Linux que utilizam pacotes rpms, deve-se remover completamente a versão anterior do LibreOffice.

Para baixar o LibreOffice, clique aqui.

Qualquer desenvolvedor que queira contribuir com a TDF e LibreOffice poderá fazê-lo. Para isso é só acessar a página da internet com as informações necessárias: 


Mais informações:

Parte dos desenvolvedores do OpenOffice abandonam a Oracle e lançam o LibreOffice

OpenOffice larga Oracle: será independente, com nome LibreOffice

Muita gente não aprovou a compra da Sun pela Oracle. Nem mesmo desenvolvedores e pessoas diretamente ligadas a grandes projetos, como o OpenOffice. Um grande grupo de desenvolvedores decidiu desvincular a Oracle do OpenOffice. Como a marca é dela, criou-se o que alguns podem chamar de fork: uma continuação independente do OpenOffice, chamada LibreOffice.

O nome LibreOffice é temporário, estão tentando ver se a Oracle "doa" o nome "OpenOffice" ao projeto, e quem sabe se ela até mesmo não gostaria de apoiá-lo. A Oracle não anunciou a descontinuidade do OpenOffice, mas com seu histórico desastroso de relação com a comunidade depois que comprou a Sun, todo mundo tem medo.

O projeto ganhou uma nova fundação, a The Document Foundation. O anúncio traz mais detalhes e cita o endereço libreoffice.org, que deverá ser a página do programa em breve.

Para quem acha que será só mais um fork criado por um grupinho revoltado que não tem o que fazer, vale ressaltar que a mudança tem apoio de grandes grupos: Free Software Foundation, Open Source Initiative, Canonical, Red Hat, Novell, a fundação GNOME e o grande império Google.

A suíte de aplicativos de escritório veio evoluindo bastante ao longo dos últimos anos, de forma que para a maioria das necessidades os programas do pacote são suficientes. Normalmente ficam devendo ao maior concorrente - o Microsoft Office - recursos específicos, que nem todo mundo usa. Com isso a aceitação do OpenOffice (ou BrOffice, nome usado no Brasil) é muito grande, inclusive em empresas e algumas organizações públicas, especialmente devido o formato de documento aberto. O futuro de um programa como esse não pode ficar nas mãos de uma empresa com ações duvidosas ao lidar com questões comunitárias, já que ele é open source.

É enrolação com MySQL, briga com o Google por patentes do Java, fechamento do Solaris, agora indecisão quanto ao OpenOffice... Está faltando surgir um fork do VirtualBox, que tal?


Fonte do Post:


sábado, 1 de maio de 2010

A Microsoft contra-ataca nas Universidades tentando reverter a perda de novos especilistas para o Software Livre



Não faz sentido a Universidade ensinar a programar em Windows. Estudantes — especialmente de computação — precisam ter acesso a todo o código fonte. O Windows não permite e nunca permitirá a livre transferência tecnológica.
por Foo
do blog Luis Nassif




Presidente da Microsoft critica banda larga e ‘proteção’ ao Linux no Brasil



Steve Ballmer deu palestra para estudantes universitários em São Paulo. No país, executivo mostrou prévia da nova versão do Messenger.

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, criticou nesta quarta-feira (28) a estrutura física da internet brasileira e a posição oficial do governo do país em estimular a adoção de software livre no lugar dos programas Windows e Office, criados pela companhia americana.

Em palestra para estudantes na Universidade de São Paulo, na capital paulista, Ballmer disse que o Brasil pode ser prejudicado na transição da tecnologia para a chamada “computação na nuvem”, na qual os programas dependem de bases de dados hospedadas na internet.

Na segunda-feira, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) classificou a internet brasileira como lenta, cara e mal distribuída. “Espero que o governo entenda que a conexão de banda larga à internet é infraestrutura básica”, afirmou Ballmer, ao ser questionado pelo G1 se os problemas da rede no país atrapalhariam os planos da empresa de investir em computação na nuvem.

Sobre a preferência declarada do governo brasileiro a sistemas baseados em software livre, como o Linux, Ballmer disse que gostaria que o Estado adotasse uma posição neutra. “Respeitamos o desejo do governo brasileiro de apoiar a diversidade. Mas a política de apoio ao software livre não é exatamente a que eu gostaria. Preferiria uma posição de neutralidade”, disse.

Nas universidades, no entanto, Ballmer vê um caminho livre para estimular o uso do Windows e da plataforma Office. “Se você estuda para ser um programador, não vejo porque não aprenderia a programar para o sistema que é líder de mercado. E pelo menos 50% dos programadores do Brasil criam software para Windows”.


Novo Messenger

Ballmer aproveitou a passagem por São Paulo para apresentar a nova versão do Windows Live Messenger, serviço de mensagens instantâneas mais popular entre os internautas brasileiros. O sistema vai ganhar funções de rede social.

O novo programa terá também função de chat com vídeo em alta resolução (HD), e se integrará ao Facebook, rede da qual a Microsoft é detentora de 1,6% das ações, compradas em um acordo de US$ 240 milhões em 2007. Será possível visualizar dentro do ambiente do Messenger conteúdo de outros serviços on-line como LinkedIn, MySpace, Twitter, YouTube e Flickr.

O Brasil foi o local escolhido para o anúncio por ser o país com o maior número de usuários ativos do Messenger. De acordo com o diretor geral do grupo de serviços on-line da Microsoft Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, 46 milhões de brasileiros utilizam o Messenger. Em todo o mundo, o sistema conta com 320 milhões de usuários. “Hoje, 25% do tempo gasto pelo internauta brasileiro é com o Messenger”, diz Oliveira.

Integrado ao chamado Wave 4, conjunto de aplicativos on-line da Microsoft – que inclui também o e-mail gratuito Hotmail e as ferramentas de edição de foto e vídeo Windows Live Essentials –, o novo Messenger não tem data de lançamento definida.

Ao G1, o diretor da divisão Windows Live, Dharmesh Mehta, afirmou que o programa está em fase interna de testes, que deve ser expandida ao longo do ano. “Os usuários poderão utilizar o novo Messenger ainda em 2010”, diz.


Mudanças

Para quem usa a principal função do Messenger, isto é, trocar mensagens instantâneas, as mudanças serão apenas cosméticas. Agora, o Messenger terá uma melhor integração com o Windows 7, permitindo o acesso a seus contatos prediletos diretamente na barra de ferramentas do sistema operacional. As janelas individuais dos chats agora serão agrupadas em abas, todas numa mesma janela.

Na nova janela social, será possível ver todo o conteúdo enviado por seus contatos para sites como Facebook, Flick e Twitter, por exemplo. É possível filtrar o conteúdo, dando preferência para fotos e textos enviados por seus contatos mais próximos. Mas e o Orkut, rede social da concorrente Google e site preferido do internauta brasileiro? “Queremos trabalhar com todos os sites, se possível. Mas por enquanto (o Orkut) não está integrado”, afirma Mehta.


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sexta-feira, 16 de abril de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

Software Livre no Programa Brasilianas.org - TV Brasil

 Assista um dos temas do Programa Brasilianas.org apresentada na TV Brasil e que está sofrendo ataques da grande mídia o famoso PIG. É como li em um dos comentários no Blog do Nassif:

"Agora entendo o porque da chiadeira da mídia (Veja e outros) contra a TV Brasil. A nossa velha mídia se vê cercada de todos os lados, da internet e agora no seu próprio campo de ação"
(Comentador às 23/03/2010 às 16:00).
Bom, assista o vídeo.



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