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sábado, 7 de maio de 2011

O computador de R$ 40 da Raspberry Pi Foundation

da Geek.com via
blog Luis Nassif
postado por Foo

O desenvolvedor de jogos David Braben acredita que, ao entrarem no século XXI, as escolas passaram a ensinar atividades computacionais úteis, como escrever textos e fazer apresentações, mas deixou de lado a computação - que era mais comum nos anos 80.

Para resolver esse problema, ele não criou um curso, mas um PC de baixo custo que possa ser oferecido de graça para as crianças.

Foto: Geek.com, acessada 07mai2011
Clique na figura para ampliar
Com uma entrada USB de um lado e uma saída HDMI do outro, este dispositivo do tamanho de um chaveiro pode ser conectado a um monitor e um teclado, e roda uma versão completa do Ubuntu Linux. O custo? US$ 25 (R$ 40). O hardware oferecido não é nada mal: usa um processador ARM de 700MHz acoplado com 128MB de RAM, com uma performance gráfica decente a 1080 pixels confirmada. Isso significa que ele permite navegar na internet, rodar aplicações de escritório, e dar ao usuário um computador completamente funcional assim que é plugado.

O objetivo é oferecer uma alternativa de baixo custo que possa ser distribuída de graça para estudantes, para que eles possam aprender não apenas como operar um editor de texto, mas aprender fundamentos de programação

Este dispositivo será distribuido gratuitamente pela associação sem fins lucrativos Raspberry Pi Foundation, que também promoverá o estudo da ciência da computação nas escolas.

Fonte: Blog Luis Nassif

sábado, 20 de novembro de 2010

UCA - Saiba mais sobre o projeto

Os laptops, enfim, chegam à sala de aula


Ricardo Carvalho


Em setembro, após o projeto piloto,
teve início a entrega de 150 mil micros
para 300 escolas de todo o território nacional.

O Brasil começa a distribuir os equipamentos do projeto Um Computador por Aluno

No fim de setembro, 300 escolas de todo o País começaram a receber 150 mil computadores portáteis por meio do projeto piloto Um Computador por Aluno (UCA), capitaneado pelo Ministério da Educação.

A ideia de que seria possível distribuir uma máquina de baixo custo por aluno foi apresentada pela ONG norteamericana One Laptop Per Child (OLPC), durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Na ocasião, a OLPC afirmou que o preço de 100 dólares poderia ser alcançado na medida em que fossem projetados softwares mais simples do que os utilizados em equipamentos convencionais, com funções limitadas às necessidades dos estudantes e com uma alta demanda de produção. “Das atividades educativas, 95% podem ser feitas com computadores de menor custo. Os outros 5% das atividades são realizadas no laboratório de informática. Tecnologicamente já era possível, mas não ocorria por falta de interesse dos mercados”, afirma a professora da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Roseli de Deus Lopes, que participou da implantação do UCA no País.

No Brasil, ocorre desde 2007 um teste do projeto piloto (pré-piloto) do UCA em cinco escolas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Tocantins, cada uma supervisionada por especialistas de universidades ou secretarias de Educação.

O objetivo da prévia do projeto foi testar a viabilidade técnica dos computadores e as possibilidades pedagógicas oferecidas. Na paulistana Escola de Educação Fundamental Ernani Silva Bruno, os professores e coordenadores passaram por uma formação com o auxílio do Laboratório de Sistemas Integráveis da USP e aos poucos foram assimilando a tecnologia às aulas. “Existe uma interação muito maior entre alunos e professores”, explica a coordenadora Edna de Oliveira Telles. Segundo ela, os laptops despertam grande interesse entre os alunos, refletido numa perceptível queda do número de faltas.

Já no campo curricular, houve melhora nas habilidades de leitura e escrita com o maior número de situações de uso da língua, como pesquisa na internet e programas de edição de texto. “A preocupação com a escrita também é maior, porque como publicam em blogs e o conteúdo é público, as crianças tendem a tomar mais cuidado com a gramática”, explica Edna.

A coordenadora complementa que no período de experimentação do projeto houve um aumento no desenvolvimento de programas interdisciplinares propostos pelos professores, uma vez que o UCA facilitou a intercomunicação das várias partes envolvidas.

A princípio, a instituição recebeu cem computadores, número insuficiente para o total de alunos; posteriormente, 274 aparelhos foram doados pela OLPC, utilizados em sistema de compartilhamento pelos cerca de 600 estudantes.

Durante o acompanhamento do pré-piloto, a professora Roseli de Deus Lopes percebeu no UCA a possibilidade do desenvolvimento de maior autonomia dos estudantes. “Há relatos de um professor de História, por exemplo, que diminuiu as aulas expositivas e passou estimular os alunos a buscar conteúdos na internet e realizar depois sucessivas discussões”, relata. Roseli dá outro exemplo ocorrido nas aulas de língua estrangeira: “Houve projetos de integração on-line com alunos da Inglaterra. Isso já era possível antes com os laboratórios de informática, mas com o UCA pôde ser feito em classe e sem precisar de agendamento prévio do laboratório”.

Em determinadas ocasiões, os alunos puderam levar os laptops para casa e a atividades extracurriculares, como visitas a museus, o que contribuiu para a criação de uma situação móvel de colaboração e aprendizagem. “Basicamente, o fato de você ter essa tecnologia disponível permite uma série de novas atividades mais dinâmicas”, finaliza Roseli.

Roseli explica que, em um primeiro momento, a ONG OLPC pensou a proposta de distribuir um computador por aluno como estímulo à educação em países que ainda têm um processo de inclusão digital a ser percorrido. “Nos países desenvolvidos, as crianças já têm acesso à internet em casa.” Até agora, diversos países adotaram a ideia, em maior ou menor escala, dentre eles Argentina, Peru e Portugal. Entretanto, o único que universalizou a proposta para toda a rede de ensino pública foi o Uruguai , por meio da distribuição de equipamentos a mais de 600 mil alunos das escolas do país.

O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação (MEC), Carlos Eduardo Bielschowsky, revelou que metade das 300 escolas já recebeu os computadores, fabricados pela CCE, vencedora do pregão para a compra. O edital estabeleceu que os laptops devem ter pelo menos 512 megabytes de memória, tela de cristal líquido de no mínimo 7 polegadas e autonomia de bateria mínima de três horas. O valor por máquina ficou em 550 reais. Todas as escolas beneficiadas pelo programa terão de ter o corpo docente capacitado na nova ferramenta. O secretário de Educação a Distância afirma que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará uma terceira fase do projeto, que visa oferecer os laptops a um preço menor a estados e municípios interessados.


Fonte: Carta na Escola


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EDITOM - O Editor de Partituras Livres

O Editor de Partituras Livres EDITOM chega ao Portal do Software Público Brasileiro em clima de comemoração. O lançamento foi durante evento dedicado à organização da Copa2014, nas instalações da FINEP no Rio de Janeiro.
Gabriel o pensador esteve presente ao evento
prestigiando o lançamento do EDITOM
A cerimônia contou com a presença do compositor e cantor Gabriel o Pensador que foi ao evento especialmente para participar da disponibilização do EDITOM.

No lançamento também estiveram presentes o diretor de inovação da FINEP Eduardo Costa, o empresário Roberto Bittar, responsável pela criação do EDITOM, e o coordenador do Portal SPB, Corinto Meffe.


Na visão do empresário Roberto Bittar o EDITOM poderá ser utilizado agora por qualquer pessoa, em particular pelas crianças que estão em idade escolar. "Com a aprovação da legislação federal que retorna o ensino da música nas escolas, o EDITOM certamente será uma ferramenta que vai estimular ainda mais o estudo da música por parte das crianças", completa Bittar.

Algumas das principais características do EDITOM são apresentadas a seguir:
  • Possui tutores de flauta, violão e teclado, mostrando as posições de cada nota ou acorde, na sequência da partitura escolhida. Os tutores têm o objetivo de facilitar a execução de músicas a partir da partitura, orientando os primeiros passos do aluno.
  • Ouvido Digital - Para os iniciantes reconhecerem as notas a partir da emissão de algum som é algo muito difícil. Para facilitar a criação da relação entre os sons produzidos e a música, o software transforma seu assobio em notas colocadas na partitura, interpretando as notas, durações e oitavas.
  • Além da forma tradicional da partitura, o software possui mais 5 formas diferentes de apresentar a partitura. Iniciando por ovais coloridos sem o pentagrama, as simbologias de escrita vão sendo acrescentadas em cada forma, até se completar na sexta forma que é a partitura tradicional.
  • São duas formas de edição de partitura convencional: 
    • ícone de nota;
    • ícone de letras.
  • Permite tocar uma partitura, como se fosse um software de Karaokê possibilitando repetir o exercício ou acompanhar a partitura, utilizando o teclado do computador como se fosse um instrumento musical.
  • O software possui várias funções facilitadoras que permitem mudanças de tom, de escala, de ritmo, com apenas um clique do mouse (botão da direita).
  • Permite a criação de acordes a partir da digitação de Cifras musicais. Para ativar o criador de acordes, selecione o modo próprio de edição (ícone de letras) e dê um duplo clique na partitura.
Para saber mais e baixar o programa acesse clicando aqui.

Para baixar o programa deve-se cadastrar, é gratuito.



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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A solução multiterminal da Microsoft - Copiando O Linux

Atualizado dia 21 julho de 2011

Microsoft apresentará solução multiterminal no Brasil

Microsoft e ThinNetworks apresentam o Windows MultiPoint Server 2010 a parceiros e cliente , além de devices desenvolvidos exclusivamente pela fabricante brasileira ThinNetworks para computadores multiterminais

Sistema será usado no ambiente escolar brasileiro
Em parceria inédita no Brasil, a Microsoft e a ThinNetworks – maior fabricante de multiterminais e Thin Clients da América – apresentam oficialmente no próximo dia 30 de novembro, a partir das 9h, em São Paulo, a nova versão do Windows voltada exclusivamente para soluções multiterminais de computadores.

O Windows MultiPoint Server 2010 é um sistema operacional que permite compartilhar a plataforma Windows para até 10 estações de trabalho de forma simultânea e independente, a partir de um computador, através da simples adição de monitores, teclados e mouses. Possui baixo custo de licenciamento, fácil configuração e ferramentas tecnológicas que auxiliam, por exemplo, o professor na hora de preparar os jovens para o futuro proporcionando uma estação para cada estudante nos laboratórios de informática, mesmo utilizando um único computador.

O novo Windows foi criado a partir dos cases de inclusão digital da ThinNetworks juntamente com o Governo Federal no ambiente escolar brasileiro e agora visa atender a demanda da tecnologia multiterminal em ascensão em vários países em desenvolvimento, pois pode ser aplicada em ambientes corporativos, laboratórios de informática, call centers, cyber cafés, entre outros.

[comentário removido dia 21 julho 2011, após retorno da ThinNetworks via e-mail]

Os computadores saem completos da ThinNetworks, com monitor, gabinete, teclado, mouse, sistema operacional pré-instalado e hardwares para multiusuários. A instalação das soluções é simples e a ThinNetworks oferece suporte técnico por tempo indeterminado. Os clientes podem recorrer ao serviço sempre que sentirem necessidade. Além disso, os hardwares para multiusuário são discretos, compactos, silenciosos e com ótimo desempenho. 

Conheça no site da empresa o MiniPoint VGA, MiniPoint All-in-One, WeeClient, PC-Completo e as Placas de Vídeo.

Segundo o presidente da ThinNetworks Luiz Cláudio Ferreira, o Windows MultiPoint Server 2010 possui a mesma interface gráfica do Windows 7, com a robustez do Windows Server 2008 R2.



Fonte: MSN tecnologia

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Concurso de Blog Educacional

A Secretaria de Estado da Educação Goiás, por intermédio da Superintendência de Educação Básica e Coordenação de Educação a Distância, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura das inscrições para o Concurso de Blog Escolar, por ela oferecido.
O concurso tem caráter pedagógico cultural e busca promover o uso do Blog como recurso de interação e construção coletiva de conhecimento. Podem participar do concurso as unidades escolares de educação básica da rede pública estadual de ensino de Goiás.
O Blog inscrito no concurso deverá ser produzido coletivamente por alunos e professores, sendo o seu conteúdo de caráter público, devidamente hospedado num servidor gratuito na rede mundial de computadores.
 
Não será cobrada taxa de inscrição ou de qualquer outra natureza. O período das inscrições on-line será:

10 de novembro até
16 de novembro
2010


Fonte: GeteBlog

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Aberto o processo seletivo para curso Técnico em agropecuária

Domingo, Outubro 10, 2010


Inicia-se no dia 03 de novembro de 2010 as inscrições para o curso de Técnico em Agropecuária da UBEC-CENTAF, as inscrições poderão ser realizadas até o dia 23 de novembro das 8h às 12h e das 14h às 17h nas dependências da UBEC-CENTAF. A inscrição será realizada por colaboradores devidamente credenciados e por uma banca de entrevista após inscrição.

A prova eliminatória será realizada no dia 27 de novembro de 2010 (sábado) na UBEC- CENTRO DE FORMAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR PADRE LEANDRO CALIMAN.
Baixe o edital:




Para maiores informações ligue: (62) 3332-3486 ou aqui mesmo pelo blog Ubec-Centaf.




Fonte: UBEC-CENTAF

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Já está pronta a versão Alfa do Linux Educacional 4.0

A versão trata-se da primeira versão do sistema (versão alfa) e seu propósito é para testes.
A versão que entrará em produção está prevista para ser lançada em 16/11/2010.

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Linux Educacional
LINUX EDUCACIONAL 4.0

 

O projeto

Através de um convênio estabelecido entre o MEC e o C3SL, o projeto visa implementar a versão 4.0 do Linux Educacional. O objetivo principal é a pesquisa multidisciplinar nas áreas de software livre e informática na educação que tenha como resultados: (1) um protótipo de sistema operacional livre que maximize o desempenho de computadores escolares; e (2) um ambiente de aplicativos com interface adequada para o público escolar.

 

A metodologia

As atividades do projeto são desenvolvidas por equipes coordenadas por professores do C3SL/UFPR especialistas no tema. Cada equipe é composta por um grupo de profissionais responsáveis pela prospecção de soluções e implementação de novos pacotes. Todo produto gerado neste projeto será licenciado sob licença GPL (software livre) e será desenvolvido nas mais modernas técnicas para este tipo de software. Para isto são utilizadas ferramentas de controle de versão (GIT), técnicas de internacionalização e localização (I18N e L10N), sistemas de controle de projeto (TRAC) e demais técnicas padrão na área. Reuniões presenciais ou videoconferências são realizadas com a SEED/MEC para acompanhamento do projeto, validação das soluções propostas e eventuais correções no direcionamento do projeto, utilizando infraestrutura para tal já disponível para o C3SL.


A distribuição

Download DVD LE 4.0 

Md5: e242058ff2ba7c9cf78c2a94213cad2d

Esta  é a versão alfa, somente para testes. Por isso não coloquei o link para download. Quando sair a versão definitiva colocarei no Blog para baixarem.




Fonte: Portal do MEC


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O acordo Brasil-UE em TI - Tecnologia da Informação


29/09/2010

Bruxelas, 29 set (EFE).-
A Comissão Europeia (CE) e o Brasil firmaram acordo para investir 10 milhões de euros em projetos conjuntos para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias da informação e comunicação (TIC).

Cada um dos lados fornecerá 5 milhões de euros ao projeto, que permitirá a pesquisadores e indústrias de ambas as partes desenvolverem e trocarem conhecimentos em áreas "tecnológicas-chave", destacou a Comissão Europeia em comunicado. A instituição europeia espera que sejam alcançados avanços nas instalações da internet para o futuro e em sua segurança, na microelectrônica e nos microssistemas, no controle e no seguimento das redes e das infraestruturas eletrônicas.

A data limite para a apresentação de propostas é 18 de janeiro de 2011, e os interessados podem encontrar mais informações no site http://cordis.europa.eu/fp7/ict/.

A vice-presidente da Comissão Europeia e responsável para a Agenda Digital, Neelie Kroes, disse confiar que, desta maneira, UE e Brasil possam desenvolver tecnologias interoperáveis, soluções e modelos que tenham "um impacto significante em nossa vida" e que possam "potencializar o crescimento em ambas as regiões".

Bruxelas lembrou que pesquisadores brasileiros já participaram, "com sucesso", de importantes programas da comunidade europeia nos últimos 10 anos.
Para o período 2007-2013, 35 organizações brasileiras se transformaram em parceiros em projetos sobre TIC financiados pela União Europeia, o que representa 25% de todos os participantes latino-americanos.
A nova iniciativa se soma a outras já existentes, como o projeto ALICE, financiado pela UE desde 2003 e que ajudou no estabelecimento da RedCLARA, a primeira rede regional latino-americana de investigação e educação, que abrange 12 países e na qual a infraestrutura brasileira tem grande importância, indicou a Comissão Europeia.

Atualmente, o programa de cooperação da UE "@LIS2" contribui à RedCLARA com 12 milhões de euros até 2012.
UE e Brasil também firmaram acordo para trabalhar juntos para reforçar as conexões de banda larga transatlânticas, em particular para melhorar a cooperação científica e tecnológica.
A Comissão espera que este concurso de projetos seja um marco dentro do acordo de cooperação em ciência e tecnologia e do pacto estratégico, assinados por ambas as partes, respectivamente, em 2006 e 2007.






Fonte do Post:



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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Preocupante! Jovens de hoje acham que os Brasileiros que lutaram contra a ditadura militar de 64 a 85 são terroristas..

Cadê os professores de História destes alunos?

Pessoas inescrupulosas estão tentando transformar heróis do passado, os que lutaram contra a ditadura militar, em terroristas... 

não podemos deixar isso acontecer...  os nossos jovens merecem e tem o direito de saber da verdade e nós o dever de ajudá-los a compreender para que isso jamais volte a acontecer no Brasil...


Diante disto, faço aqui minha parte na tentativa de não permitir que os jovens de hoje sejam enganados e usados por pessoas  inescrupulosas.

Veja o vídeo abaixo e se quiser aprofundar mais para entender melhor sobre o que foi a ditadura militar, depois do vídeo há vários links que podem ajudar a esclarecer sobre este momento negro de nossa história.

http://www.youtube.com/watch?v=RZMnpJzzhzA





Leia e entenda o que foi a ditadura Militar

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Lentamente, computador faz diferença na escola

Educação: Infraestrutura para uso de informática na sala de aula ainda avança mais rapidamente que conteúdo


Luciano Máximo – VALOR
Silvia Costanti/Valor
Jeferson Gomes, aluno e monitor na escola Ernani Silva Bruno,
em São Paulo: vontade de escrever e pesquisar


Há algo diferente na escola municipal de ensino fundamental Ernani Silva Bruno, localizada na Parada de Taipas, periferia no extremo oeste da capital paulista. Em meio ao corre-corre de crianças na hora do recreio nota-se vários alunos seriamente concentrados na tela de seus pequenos computadores portáteis coloridos, que mais parecem brinquedos à primeira vista. Conectado no Google, Igor do Nascimento, da 7ª série, aproveita o intervalo para adiantar um trabalho sobre doenças sexualmente transmissíveis. Já Daniel Duarte, da 5ª, não desgruda os olhos de um videogame sanguinário. Outros teclam compulsivamente em alguma sala de bate-papo online.

A cena se repete em classe, com variações no conteúdo. O uso do computador é realidade no processo de ensino dos 600 alunos do 1º ao 9º ano da escola, que desde 2007 abriga a fase pré-piloto do programa federal Um Computador por Aluno (UCA), assim como em outras quatro escolas públicas de Brasília, Palmas, Piraí (RJ) e Porto Alegre. Com o laptop XO, que pesa 1,5 kg e tem 25 cm de largura e de comprimento e acesso à internet sem fio, os alunos publicam suas redações no blog da escola e contam com a internet e softwares pedagógicos para aprender inglês, ciências, geografia e matemática.

Para os estudantes, a ideia é “muito legal”. “A gente fica com vontade de fazer as coisas dentro da escola, de escrever, de pesquisar”, conta Jeferson Rodrigues Gomes, de 11 anos. O aluno da 5ª série foi eleito monitor e assumiu a responsabilidade de estar na escola fora do horário para ajudar os professores na preparação das aulas e os colegas no manuseio do XO, que foi desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Melhor do que ficar vendo televisão em casa”, diz o garoto.

A escola tem oito monitores que se revezam nas 18 salas de aula. “A participação, estimulando a responsabilidade e o espírito cooperativo, faz parte do projeto pedagógico criado para o trabalho com os laptops. Os alunos ficam menos dependentes e, muitas vezes, são eles que ensinam o professor”, relata Edna Oliveira Telles, coordenadora pedagógica da unidade.

Para educadores e especialistas, o computador na sala de aula não é encarado como panaceia, mas um elemento a mais que pode ajudar a melhorar a educação. “É preciso saber usar com planejamento”, afirma a professora da 1ª série Marília de Castro Carneiro. No primeiro ano do UCA, a 9º série da escola tirou 3,4 no Ideb – avaliação do Ministério da Educação (MEC) que considera fluxo escolar e desempenho em português e matemática. A nota do ano passado subiu para 4,5, acima da média da rede pública municipal, de 4,2. Os diagnósticos internos também indicaram avanços no período: menor índice de faltas e melhor rendimento em temas como oralidade, raciocínio matemático e interpretação e produção de textos. As outras escolas do UCA também melhoraram as notas do Ideb – apenas uma manteve a pontuação.

Silvia Costanti/Valor Professora Sandra Martins Modesto, e os alunos Luan Cardoso e Matheus Mendes, da escola estadual Sérgio da Costa: infraestrutura ainda é precária
Apesar das boas notícias, a coordenadora pedagógica do Ernani Silva Bruno é cuidadosa ao atribuir os avanços somente à utilização do laptop. “Claro que o aluno fica mais cuidadoso ao escrever, sabendo que sua redação vai para um blog que todo mundo vai ler. Mas também temos que considerar as aulas de reforço, o desempenho dos professores e as atividades do conselho escolar”, pondera Edna. [e é Claro que, terá de haver comprometimento e envolvimento de toda a comunidade escolar]
As avaliações educacionais atuais ainda não capturam o impacto do uso da tecnologia em termos qualitativos. “É difícil isolar o componente da tecnologia para medir qualidade, é muito recente, não há base de comparação. Estamos interessados em entender isso, contratamos a Unesco e começamos a elaborar estudos próprios”, informa Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de educação a distância do MEC, área do governo federal responsável pelo UCA e outras políticas de tecnologia educacional.

Depois de dois anos de atraso por causa de problemas na licitação, vencida pela CCE, o MEC quer concluir até o fim de 2010 o projeto piloto do UCA, que prevê a distribuição de 150 mil laptops para 300 escolas de ensino fundamental e médio do país. O custo por máquina é de R$ 550, num total de R$ 82,5 milhões, além de outros investimentos. “Não é uma ação trivial. O MEC precisa prover equipamentos, rede wireless, servidor, material pedagógico e capacitação do professor”, acrescenta Bielschowsky. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza linha de crédito de R$ 660 milhões para prefeituras e governos estaduais participarem da expansão do projeto.


Mesmo com constatações positivas, o Brasil está longe de concretizar o plano de ter um computador por aluno na rede pública – para isso, seriam necessários mais de R$ 25 bilhões apenas para a compra dos laptops. 
Em todo o mundo, isso é realidade apenas nas séries primárias do Uruguai. Suécia, Finlândia, Coreia do Sul e Inglaterra estão bastante adiantados. A estratégia das políticas públicas brasileiras foca o trinômio infraestrutura (universalização do acesso à internet nas escolas e superação do sucateamento dos laboratórios de informática), capacitação maciça de professores e conteúdo (sistematização do material didático associado a vários tipos de tecnologias).

As três esferas de governo ampliaram os investimentos para o cumprimento dessas prioridades nos últimos anos. No âmbito federal, os recursos somam cerca de R$ 1 bilhão desde 2006. O MEC garante, por exemplo, que todas as escolas urbanas da rede pública municipal e estadual terão cobertura de internet de banda larga até dezembr (clique e leia), ação que beneficiará mais de 35 milhões de estudantes. A meta faz parte do contrato de concessão dos serviços de telefonia fixa, negociado entre governo federal e operadoras do setor em 2008. Cerca de 47 mil unidades escolares, ou 72%, haviam sido conectadas até junho. O ministério também destaca a instalação de mais de 20 mil laboratórios de informática e o registro de 330 mil professores em vários tipos de cursos sobre educação digital, em 2009.

No dia a dia de alunos e profissionais da educação, porém, a percepção é de que o trinômio infraestrutura, capacitação e conteúdo não avança no mesmo passo.
Kátia Duque Estrada, professora de matemática da 5ª série da Escola Estadual Sérgio da Costa, na Zona Norte de São Paulo, lamenta a falta de apoio para usar a informática em suas aulas. “Quando dá para descer para o laboratório, ensino as crianças a fazer fórmulas e gráficos, mas é só o que sei sobre Excel. Gostaria de fazer mais cursos”, conta ela. “Tiramos leite de pedra aqui”, acrescenta a diretora Renata Andréa Diório, se referindo à situação da sala de informática, insuficiente para atender aos 1.400 alunos do colégio. Dos 27 computadores, 14 estão em manutenção. “Chegaram ao ponto de roubar peças de algumas máquinas, tivemos que registrar ocorrência na delegacia.”
A professora de português Sandra Martins Modesto, que coordena uma série de atividades extracurriculares, também reclama da falta de recursos e diz que as tecnologias não são bem aproveitadas no colégio. “Começamos um jornal que envolveu 300 alunos e ajudou muito no ensino. Na fase final de produção, às vezes ficava em casa conectada com muitos deles. Muita coisa não dava para ser feita no laboratório”, reconhece. “A gente percebe que a atualização tecnológica da escola é mais lenta que o normal”, constata o redator-chefe da publicação escolar “Construindo o Futuro”, o aluno Matheus Mendes. Viciado em pesquisa na internet, o colega Luan Cardoso complementa: “Com a internet, o aluno não se limita, pode ir além do que o professor ensina.”
Segundo a coordenadora de tecnologia da educação do Acre, Rosa Braga, o uso do computador e da internet para o ensino ainda engatinha no Estado. Laboratórios de informática desatualizados e falta de preparo do quadro docente são os principais problemas. “Como o professor não era incluído digitalmente, primeiro ele tem que se apropriar das tecnologias, e isso está sendo ampliado, com 3 mil professores em capacitação, mas leva tempo. Temos que ter paciência pedagógica”, explica Rosa.

Em Goiás, dos 37 mil professores da rede estadual, mais de 20 mil participaram de cursos a distância sobre a integração de tecnologias ao contexto educacional, mas eles estão diante de uma estrutura bastante limitada: são 1.200 escolas e 841 laboratórios de informática. “Como a tecnologia vai melhorar a educação se vivemos uma realidade de escolas com 2 mil alunos para 40 computadores? Nesse contexto o computador não é decisivo”, argumenta a educadora Milca Severino, secretária estadual da Educação de Goiás.

No Paraná, Estado com o maior Ideb do ensino médio do país, os projetos de tecnologia da informação começaram em 2004, com ações de inclusão digital envolvendo alunos e professores e a modernização dos laboratórios de informática, ações que demandaram investimentos de R$ 130 milhões. Em 2007, antes do programa de banda larga do MEC, as 2.100 escolas estaduais, nas zonas urbanas e rurais, estavam conectadas à internet.

A diretora estadual de tecnologia educacional do Paraná, Elizabete dos Santos, conta que todas as atividades pedagógicas lançam mão de algum recurso tecnológico. “À medida que o professor se aproxima das tecnologias, nossa proposta é aproveitar ao máximo o potencial que elas têm no ensino. O primeiro passo é conhecer e depois ampliar, sempre com avaliação crítica”, comenta. As ferramentas mais usadas são o portal “Dia a Dia da Educação”, site onde professores compartilham suas aulas com outros colegas e os alunos contam com várias opções de conteúdo, e a “famosa” televisão laranja, equipamento multimídia instalado em cada uma das 22 mil salas de aula paranaenses.

A estratégia da prefeitura do Rio de Janeiro é transformar cada sala de aula num laboratório de informática improvisado. A prefeitura planeja gastar entre R$ 30 milhões e R$ 35 milhões em projetores, caixas de som e laptops, além de conexão de internet sem fio, reformas e medidas de segurança. Os equipamentos serão instalados inicialmente em 5 mil classes e os alunos se dividirão em trios para usar os computadores para acompanhar as aulas preparadas no portal Educopédia e atividades online – as máquinas não serão dadas aos estudantes. “Ainda seguimos um modelo de laboratórios de informática, que é falido. A tendência mundial é diminuir o gap da construção de conhecimento entre aluno e professor e isso não acontece sem a tecnologia”, analisa Rafael Parente, da área de projetos estratégicos da Secretaria Municipal da Educação do Rio.

Fonte do Post:


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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Quem é Paulo Freire?

Paulo Reglus Neves Freire
Paulo Reglus Neves Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife, PE. Apesar de pertencer a uma família de classe média, Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929. Uma experiência que o levou a se preocupar com os mais pobres e o inspirou a construir seu revolucionário método de ensino.


Assim uma das motivações para a sua elaboração pedagógica partiu de seus estudos sobre a linguagem do povo. Paulo Freire participou do Movimento de Cultura Popular (MCP) do Recife e do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife, sendo, inclusive, um dos seus fundadores e primeiro diretor. Destaca-se, principalmente, o trabalho realizado em Angicos, no Rio Grande do Norte, em 1962, onde começaram as primeiras experiências de alfabetização – o Método Paulo Freire. Em 1963, foi chamado à Brasília para coordenar, no MEC, a criação do Programa Nacional de Educação. 

Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na áfrica. Mas, em 1964, o golpe militar reprimiu todos os trabalhos de mobilização popular. Paulo Freire foi acusado de subverter a ordem ao utilizar suas campanhas de alfabetização, sendo preso e exilado por mais de 15 anos. 

Em 1980, voltou ao Brasil e assumiu cargos de docência na PUC – SP e na Unicamp e, entre 1989 e 1991, trabalhou como secretário da Educação da Prefeitura de São Paulo.


É autor de uma vasta obra traduzida em várias línguas. Dentre os livros mais conhecidos estão a Educação como Prática da Liberdade e a Pedagogia do Oprimido. 

O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão, aliada ao seu talento como escritor, ajudou-o a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos. 

Paulo Freire morreu em 02 de maio de 1997, em São Paulo, SP. 





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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Assinado e publicado o decreto do UCA - Um computador por aluno

Lula assina decreto que regulamenta o Programa Um Computador por Aluno


Agencia Brasil

O governo publicou na terça-feira (27), no Diário Oficial da União, decreto que regulamenta o Programa Um Computador por Aluno (Prouca) e detalha as regras para compra dos equipamentos, com o Regime Especial de Aquisição de Computadores para Uso Educacional (Recompe).

O programa já funciona de forma experimental desde 2008.

A compra será feita por licitação. O decreto prevê que as especificações técnicas dos equipamentos serão definidas pelos ministérios da Educação e da Fazenda, que também poderão determinar preço mínimo e máximo para os computadores.

Na última licitação, o preço pago pelo governo por laptop foi R$ 550. De acordo com o MEC, o edital deve ser lançado em até três semanas.

Terão prioridade equipamentos que utilizem software livre e de código aberto, sem custos de licenças.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai oferecer uma linha de crédito de R$ 660 milhões para que estados e municípios comprem os laptops.

O Recompe prevê isenção de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), PIS/Pasep, Cofins, Imposto de Importação e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para o vencedor da licitação.

Até agora, o governo comprou 150 mil computadores, que devem ser distribuídos a 300 escolas da rede pública até o fim de 2010. Na sexta-feira, o presidente Lula esteve em Caetés (PE) na cerimônia de entrega naquela cidade  (Da Agência Brasil). 



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domingo, 25 de julho de 2010

Analfabetos digitais terão vida difícil na sociedade

A geração atual já nasceu em frente a uma tela de computador, foi alfabetizada com auxílio das novas tecnologias e, por isso mesmo, é classificada como a geração dos “jovens multifuncionais”. São os que trocam mensagens, estudam, falam ao telefone, namoram, fazem upload de vídeos, navegam no twitter, trocam fotos e apóiam candidatos à presidência. Tudo ao mesmo tempo e pela internet.

Para o pesquisador canadense Don Tapscott, autor do recém-lançado livro “A Hora da Geração Digital (Ed. Agir), a educação digital provocou uma reviravolta na forma do aprendizado. Por isso mesmo, aqueles que não têm acesso a computadores vão disputar de forma desigual um espaço no mercado de trabalho e na sociedade. “Eles terão que aprender essas ferramentas em uma fase posterior da vida, e vão estar em desvantagem. Os jovens que crescem sem as tecnologias digitais estão na mesma desvantagem que os imigrantes digitais, como eu”, diz Tapscott, que é presidente da empresa de pesquisa e consultoria nGenera Innovation Network, professor da Universidade de Toronto e autor de mais de dez livros sobre internet, entre eles o Best-seller “Wikinomics” (sobre a cultura da realidade virtual).

Em conversa com iG, Tapscott defendeu o uso escolar de pesquisas online. “Não acho que, automaticamente, o Google faz as pessoas mais inteligentes, mas certamente ajudam as pessoas a tomarem decisões mais informadas. Nas escolas, por exemplo, por ter esse corpo enorme de informações em um dos dedos, é menos importante memorizar os fatos. Isso libera o tempo dos alunos a concentrar-se em conceitos mais importantes”, analisa.

A seguir, a entrevista.

iG: É muito comum os estudantes copiarem trabalhos disponíveis na internet. A “geração digital” pode fortalecer o plágio?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

UCA - Um computador por aluno serão 150 mil computadores até final do ano

MEC entrega mais laptops do programa UCA 

Por Daniela Marques
via Portal Terra 
13/7/2010 

Reportagem publicada pelo Portal Terra informa que o governo federal oficializou a entrega de 48,9 mil laptops. Nesta etapa, foram atendidas 112 escolas dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e mais o Distrito Federal.

Esta entrega faz parte do programa Um Computador por Aluno (UCA). Lançado em 2007, o UCA integra as políticas de tecnologias da informação e comunicação do governo federal e distribuirá 150 mil equipamentos até o final do ano. Até o momento, 52,7 mil estudantes foram beneficiados.

O laptop adotado para o programa custa R$ 550 e tem quatro gigabytes de armazenamento, 512 megabytes de memória, tela de cristal líquido de sete polegadas, bateria com autonomia de três horas e peso de até 1,5kg. É equipado para rede sem fio e com conexão de internet.

O investimento total no programa é de R$ 82 milhões. As escolas foram escolhidas pelas secretarias estaduais de educação e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

A pergunta que fica é: como esses laptops serão usados em sala de aula. Além das entregas, qual é o planejamento pedagógico para o melhor aproveitamento dos equipamentos e pelo desenvolvimento da educação e desses jovens estudantes? E os professores, estão preparados para utilizá-los?

Disponibilizar a tecnologia é um primeiro passo, mas é importante que os computadores sejam somente um meio e que a meta principal esteja na melhor qualificação dos estudantes.


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segunda-feira, 19 de julho de 2010

A consulta pública da Instrução Normativa do Software Público Brasileiro

Nesta segunda-feira, dia 19 de julho, ocorrerá em Brasília a audiência pública e o lançamento da consulta pública da Instrução Normativa do Software Público Brasileiro. A audiência será transmitida pela internet e a consulta pública ficará disponível até o dia 06 do mês de agosto.

Aqueles que quiserem conhecer com mais detalhes a IN do SPB podem baixar o documento diretamente do endereço

http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb.odt

Os interessados em participar ou acompanhar a audiência pública podem acessar a partir das 15:50 horas no endereço

http://assiste.serpro.gov.br/slti

A IN do SPB tem a intenção de normatizar o compartilhamento, o uso e a distribuição das soluções categorizadas como software público, que podem ser desenvolvidas por instituições públicas, privadas, terceiro setor e pessoas físicas. Os procedimentos para liberação de software serão oficializados e as regras de funcionamento do Portal SPB serão detalhadas. Com a promulgação da IN o software público ganha maior força institucional.

A Audiência ocorrerá durante o Seminário "A TIC-Tecnologia da Informação e Comunicação- agregando Valor à Ação Governamental", organizado pelo Minsitério do Planejamento para os órgãos da Administração Pública Federal, com objetivo de aumentar a capacidade de resposta das áreas de TI da Administração Pública, de forma a alcançar um alinhamento aos objetivos de governo e uma melhor gestão dos recursos. O evento também realiza audiência pública sobre revisão da IN 04 que trata da contratação de serviços na área de TI.

Observação técnica: a visualização do streaming consome aproximadamente 200 Kbps por estação, portanto, o link de Internet de cada localidade deve suportar o número de usuários que pretendem assistir ao evento.


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terça-feira, 29 de junho de 2010

Os motivos que levaram o MEC a adotar os Multiterminais nos laboratórios das Escolas Públicas


Brasil terá maior projeto de "virtualização" do mundo – com Linux


por Carlos Cardoso
18 de fevereiro de 2009, 14:17 

O ProInfo, programa de inclusão digital do Ministério da Educação vai instalar 356.800 estações de trabalho em escolas públicas de todo o Brasil, atingindo 5.560 municípios.

O custo, de menos de US$50,00 por unidade foi conseguido através da tecnologia de virtualização - Userful Multiplyer, que fornece aceleração de vídeo, USB e suporte a mais de 10 distros Linux.

O hardware de compartilhamento foi desenvolvido pela ThinNetworks, Os serviços de instalação, manutenção on-site e fornecimento dos equipamentos (computadores, monitores, teclados e mouses) ficarão por conta das empresas Daruma, Itautec e Positivo.

Já há 18,750 máquinas instaladas e funcionando, em escolas rurais
[no NTE de Silvânia há um ProinfoRural instalado e já migrado para o Linux Educacional 3.0]
  • A economia, pela utilização de thin clients e virtualização é expressiva. Representa de imediato 60% a menos nos custos iniciais e 80% de economia em energia, no decorrer do ano.
  • Serão poupadas emissões de carbono no montante de 170.000 toneladas anuais, ou o equivalente a 28.000 carros, o que torna a iniciativa além de tudo, verde.


Clique para baixar







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PS.
[na realidade, há diferenças entre:
"virtualização" e "multiterminais"]
[Clique aqui para ler sobre Virtualização e
clique aqui para ler sobre multiterminais e
tire suas conclusões.]


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sábado, 26 de junho de 2010

Universidade Estadual de Goiás lança Sistema Operacional Araguaia e o coloca à disposição da administração pública e da comunidade

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) coloca a disposição dos usuários o sistema operacional Desktop Araguaia, baseado na distribuição DEBIAN e customizado conforme as necessidades das instituições públicas estaduais goianas. O sistema visa atender a demanda da administração pública com um software padrão, que pode ser adaptado com acréscimo de funcionalidades que atendem as necessidades específicas de cada órgão.

O objetivo da UEG e do Programa Estadual de Migração para o Software Livre é promover a uniformização das ferramentas utilizadas no serviço público, e desta maneira, facilitar os procedimentos de manutenção, suporte e treinamento dos usuários. Para André Luis Soares, Coordenador Tecnológico na Universidade, o sistema trará também independência das atualizações impostas pela industria de software e o domínio tecnológico sobre o produto.

Segundo o gestor de TI (Tecnologia da Informação), Carlos Alberto Moraes Jr., “o Desktop Araguaia visa proporcionar um sistema operacional enxuto que atende as necessidades básicas de cada setor da administração estadual”. Ainda de acordo com o gestor, o objetivo é que em cada órgão tenha a possibilidade de adaptar o sistema operacional de acordo com suas atuações funcionais.

O software está disponível, também de forma aberta, a qualquer pessoa que queira usá-lo, podendo ser obtido livremente por meio do portal Araguaia (http://www.softwarelivre.goias.gov.br/araguaia/).

Regionalidade

Além de atender às necessidades especificas dos usuários, a customização (personalização) do Desktop Araguaia homenageia um dos principais rios do estado, e foi produzida com objetivo de valorizar as cores e alguns pontos históricos e turísticos de Goiânia.

As fotos  que ilustram a proteção de tela do sistema operacional foram produzidas pela fotógrafa goiana Lázara Garcia e estão registradas sob licença CREATIVE COMMONS, que dá direito de cópia, distribuição e modificação, respeitando o crédito do autor inicial das imagens. O objetivo do espaço é de proporcionar um meio de divulgação do artista goiano, e nesta primeira versão, de homenagear a capital goiana.


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Linux para quem gosta de ter o seu próprio estilo

Todas as distribuições GNU/Linux possibilitam ao usuário configurá-lo conforme desejar. O alcance da possibilidade de configuração é total, desde que saiba como, já que o código fonte do mesmo é aberto e disponibilizado gratuitamente. Quem quiser aprender como fazer, vai encontrar na Internet "zilhões" de manuais, tutorias, passo-a-passo e dicas em inúmeros sites (um bom início é o FOCA LINUX, seja para iniciantes, intermediários ou avançados), sejam em sites das distribuições ou em sites particulares, e o melhor, gratuitos. Hoje, sem dúvida alguma, é o conhecimento que se adquire com o menor custo e maior liberdade possíveis no mundo das tecnologias. Este é um dos motivos do GNU/Linux estar atraindo cada vez mais jovens, indiferentemente de sexo (o ultimo curso que fiz, por exemplo, tive uma professora que deveria ter no máximo 20 anos e sabia de GNU/Linux mais que qualquer professor universitário que tive), para suas distribuições, para desespero do BigBill e seu windows.

Abaixo tem alguns exemplos de distribuições Linux (clique aqui para ver o ranking de visitas por distros no distrowatch. O ranking não é oficial), com configurações variadas conforme o desejo de seus usuários.

DEBIAN

UBUNTU

FEDORA

OpenSUSE

MANDRIVA

SLACKWARE

KURUMIN


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quarta-feira, 26 de maio de 2010

O Programa Banda Larga nas Escolas


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Ed. Sede, 1º andar, Sala 119
Asa Norte – Brasília/DF – Cep: 70047-900


INFORMATIVO


Brasília, 02 de março de 2010.
Assunto: Informações sobre o Programa Banda Larga nas Escolas, listagem de previsão de instalação do 2o trimestre de 2010.


Excelentíssimo (a) Senhor (a),


É com prazer que nos dirigimos novamente a Vossa Excelência para informar sobre o andamento do Programa Banda Larga nas Escolas – PBLE. É de suma importância para o sucesso do programa que os gestores estaduais e municipais compreendam a dinâmica e ajudem o Governo Federal na instalação das conexões e também na avaliação dos serviços que estão sendo prestados pelas operadoras de telefonia fixa participantes do programa.
Chamo atenção para a necessidade de os Srs. Secretários e os Representantes da UNDIME divulgarem a listagem das conexões para que as escolas estejam cientes da visita dos técnicos das operadoras. É importante também que as equipes administrativas das escolas tenham conhecimento desse informativo para saber cobrar das equipes técnicas a correta instalação dos pontos e reivindicar soluções para problemas que possam surgir.


1. O que é o programa.
O Programa Banda Larga nas Escolas foi lançado em abril de 2008 pelo Governo Federal e tem como objetivo conectar todas as escolas públicas urbanas à Internet, rede mundial de computadores, por meio de tecnologias que propiciem qualidade, velocidade e serviços para incrementar a educação no país.

A partir da articulação da Presidência da República, Casa Civil, Ministério da Educação, Ministério do Planejamento, Ministério das Comunicações, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e DATAPREV juntamente com as operadoras de telefonia fixa (Oi (Telemar), Telefônica (Telesp), SERCOMTEL e CTBC), foi assinado o Termo Aditivo ao Termo de Autorização de exploração da Telefonia Fixa que possibilitará a conexão até o ano de 2010, de TODAS as escolas públicas urbanas à Internet, sendo que o serviço será mantido de forma gratuita até o ano de 2025.

Todas as instituições de ensino público, urbanas que constam no CENSO INEP estão automaticamente contempladas, ou seja, todas as escolas públicas urbanas estaduais, municipais e federais irão receber os benefícios do programa sem a necessidade de adesão.

A gestão do Programa é feita em conjunto pela Anatel e pelo MEC, em parceria com as Secretarias de Educação Estaduais, Municipais, CONSED, Ministério das Comunicações e Ministério do Planejamento.


2. Tecnologia utilizada e detalhes operacionais.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Conhecendo o kdenlive - equivalente ao movie maker

Brevemente estaremos substituindo o Linux Educacional 2.0 pela sua versão 3.0, muito mais eficiente e versátil. Baseado no kubuntu 8.04 (uma distribuição baseada no Debian), a versão 3.0 do Linux Educacional é mais estável e mais amigável. Vem com programas novos e melhores como: BrOffice 3.2, Mozilla Firefox 3.6, o kdenlive, amsn, hagaquê, etc.

Uma das novidades é justamente o kdenlive. O Kdenlive é muito fácil de usar, assemelhando-se em muitos aspectos ao Windows Movie Maker, e permite que qualquer pessoa com o mínimo de conhecimentos em edição de vídeo, consiga criar vídeos com qualidade quase Profissional.

Algumas das características do Kdenlive:
  • Suporte para uma vasta gama de formatos de áudio e vídeo.
  • Grande quantidade de Efeitos e Transições de áudio e vídeo.
  • Suporte para adição de texto e imagens.
  • cria vídeos a partir de fotos;
Abaixo tem um vídeo que mostra como funciona o kdenlive. Na realidade é um pequeno tutorial, bem sucinto, mas que dá para mostrar as principais funcionalidades dele.




Fonte do vídeo:



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