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segunda-feira, 16 de maio de 2011

BrOffice passará a ser LibreOffice





A comunidade brasileira de software livre tem o orgulho de anunciar que o produto BrOffice passará a se chamar LibreOffice, que conta com uma comunidade internacional da qual, nós, voluntários brasileiros, somos ativos participantes e colaboradores.

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A mudança ocorrerá em definitivo

....a partir das versões 3.4.x....

O pacote de escritório BrOffice ainda permanecerá com este nome na versão 3.3.x, tendo o nome substituído definitivamente a partir das versões 3.4.x. Já os demais projetos desenvolvidos pela comunidade brasileira, como portal, listas de discussão, revista, entre muitas outras iniciativas, já passam a adotar o nome “LibreOffice” em todos seus trabalhos. O projeto é mantido pelos milhares de desenvolvedores ao redor do planeta que optaram por seguir este caminho mais livre para o desenvolvimento a pleno vapor, respeitando a meritocracia e a liberdade. O amadurecimento e crescimento deste incrível pacote de escritório livre, multi-idiomas e multiplataformas pode ser comprovado pela rápida evolução comparado ao seu predecessor, o OpenOffice.org, trazendo ainda mais tranquilidade e segurança para todos os nossos usuários.

sábado, 7 de maio de 2011

O computador de R$ 40 da Raspberry Pi Foundation

da Geek.com via
blog Luis Nassif
postado por Foo

O desenvolvedor de jogos David Braben acredita que, ao entrarem no século XXI, as escolas passaram a ensinar atividades computacionais úteis, como escrever textos e fazer apresentações, mas deixou de lado a computação - que era mais comum nos anos 80.

Para resolver esse problema, ele não criou um curso, mas um PC de baixo custo que possa ser oferecido de graça para as crianças.

Foto: Geek.com, acessada 07mai2011
Clique na figura para ampliar
Com uma entrada USB de um lado e uma saída HDMI do outro, este dispositivo do tamanho de um chaveiro pode ser conectado a um monitor e um teclado, e roda uma versão completa do Ubuntu Linux. O custo? US$ 25 (R$ 40). O hardware oferecido não é nada mal: usa um processador ARM de 700MHz acoplado com 128MB de RAM, com uma performance gráfica decente a 1080 pixels confirmada. Isso significa que ele permite navegar na internet, rodar aplicações de escritório, e dar ao usuário um computador completamente funcional assim que é plugado.

O objetivo é oferecer uma alternativa de baixo custo que possa ser distribuída de graça para estudantes, para que eles possam aprender não apenas como operar um editor de texto, mas aprender fundamentos de programação

Este dispositivo será distribuido gratuitamente pela associação sem fins lucrativos Raspberry Pi Foundation, que também promoverá o estudo da ciência da computação nas escolas.

Fonte: Blog Luis Nassif

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Desenho 3D com Software Livre

Se você alguma vez sonhou em criar imagens e animações em 3D, este é "o software".

A Blender Foundation e sua comunidade de desenvolvedores online acabam de anunciar o lançamento do Blender 2.57. Esta é a primeira versão estável do Blender, resultado de muitos anos de projeto e desenvolvimento.

Blender é o sistema de criação 3D open source, disponível para todos os sistemas operacionais, sob a licença GNU.

Clique na imagem para ampliar
Será talvez um dos melhores softwares do mundo, completamente gratuito, para modelagem tridimensional, animação, renderização, pós-produção, criação interativa e playback. O software vem com uma panóplia de ferramentas que o torna num dos mais interessantes da categoria. Pode ser utilizado para criar anúncios de TV, jogos, visualizações técnicas, gráficos de negócios ou design de interface. A renderização é versátil e extremamente rápida. Todos os princípios básicos de animação (curvas e chaves) estão implementados no programa.

Apesar de ser grátis, é tão completo que é a escolha de milhares de empresas em todo o mundo, para composições profissionais.

Abaixo tem um desenho animado. Trata do "Big Buck Bunny" é o segundo curta de animação produzido pela Fundação Blender, dessa vez através do Blender Institute. A produção também contou com a colaboração de artistas da comunidade. Assista:



Este curta é o resultado do projeto Peach, que durante o seu desenvolvimento, trouxe diversas funcionalidades novas para o Blender 3D.

O Curta de animação "Big Buck Bunny" está sob a Licença:

Creative Commons
3.0 Attribute "BY".

Portanto: Os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que dêem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.
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Para baixar o Programa Blender versão 2.57 para Windows, clique aqui
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Para baixar a animação "Big Buck Bunny" via 4Shared
Clique aqui
(Está em Widescreen (16:9), Resolução:1280x720 e Som Estéreo)



Fontes do post:

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os 20 anos do Linux

Via blog Luis Nassif

Atacar a Microsoft é como chutar cachorro morto, diz diretor da Linux Foundation
Duas décadas após Linus Torvalds ter desenvolvido seu famoso kernel de sistema operacional, a batalha entre Linux e Microsoft está terminada, e o Linux venceu -- diz o diretor executivo da Linux Foundation, Jim Zemlin.

Com uma única exceção, que são os computadores pessoais, o Linux ultrapassou a Microsoft em todos os mercados, do servidor aos dispositivos móveis, afirma Zemlin.

"Eu acho que a gente simplesmente não se importa muito mais com a Microsoft", diz Zemlin. "Eles eram nossos grandes rivais, agora é mais ou menos como chutar um cachorro morto".
"Creio que nesse aniversário de 20 anos, vale a pena refletir sobre de onde viemos". "Linux teve um começo humilde, como projeto de um estudante de Helsinki, e tornou-se a plataforma sobre a qual hoje circula 70% do sistema financeiro global, a plataforma sobre a qual circula a maior parte do tráfego da internet, seja o Facebook, Google, ou Amazon".
diz Zemlin
Linux pode ser encontrado em dispositivos eletrônicos para o consumidor, como as televisões e camcorders da Sony, o Kindle da Amazon, smartphones e tablets que rodam o sistema Android;
Linux lidera o mercado do menor sistema embarcado até os maiores supercomputadores, com mais de 90% dos top 500 supercomputadores do mundo".
"O Linux domina quase todas as categorias de computação, com a exceção do desktop", diz Zemlin.

A falha do Linux em capturar o desktop é desapontadora para muitos, admite Zemlin. Mas "a boa notícia é que o PC tradicional está se tornando cada vez menos importante, e as áreas nas quais o Linux é mais forte estão se tornando mais importantes".

A Linux Foundation, da qual Linus Torvalds é funcionário, dedica-se a acelerar a adoção e desenvolvimento do Linux. Criada em 2007 e sediada em San Francisco, a Fundação conta entre seus membros incluindo a IBM, Intel, Oracle, Cisco, Google, HP, Red Hat, e dezenas de outras.

"É basicamente todo mundo menos a Microsoft", diz Zemlin. "Nós recebemos contribuições de corporações e de indivíduos que acreditam no Linux e o utilizam todos os dias".

Apesar do futuro promissor, Zemlin observa que ainda existem ameaças. Processos envolvendo patentes de software e incerteza legal impedem algumas organizações de adotarem o Software Livre.


Fonte: Blog Luis Nassif

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vírus: Existe vírus para LÍNUX?

Este artigo abaixo foi produzido originalmente no Blog Análise da Ciência .

Uma das grandes perguntas dos iniciantes, no uso de sistemas operacionais Linux, é se estes sofrem a ação dos vírus de computador.

Para responder essa questão devemos analisar alguns pontos importantes.

Vírus de Computador

O que seria bem um vírus de computador?

Numa consideração ”lato sensu”, ou seja, ampla, qualquer programa com função maliciosa é um vírus. Entretanto, numa visão mais técnica e ”strictu sensu”, os vírus são programas maliciosos que têm técnicas de reprodução, explorando falhas nos sistemas, de forma que possam se replicar para outros computadores.

Assim, um vírus que se envia por e-mail para toda a sua lista de endereços, ou aquele que se replica no pen-drive etc, são programas que exploram falhas no sistema e procuram se replicar de um computador para o outro, além de efetuarem os estragos a que estão programados.

Um cavalo de Tróia, no modo estrito de responder o que é um vírus, pode não ser considerado, em última instância, como um vírus que se auto-replica (pois estes nem sempre têm mecanismo de reprodução, por vezes são apenas iscas para garantir invasões de intrusos em sua máquina): há aqui o efeito psicológico envolvido – o usuário, que é humano, pode ser ludibriado "psicologicamente" a executar tais códigos de forma que estes possam permitir danos por crackers invasores.
[você já deve ter recebido um e-mail  de algum conhecido no qual é pedido para clicar em um determinado link para ver uma foto da turma da escola, ou de uma festa que você não foi, ou de uma amiga que  há tempos você não vê, ou coisa parecida.
Na realidade, o seu conhecido deve estar com o computador dele "infectado" com vírus, o tal programa malicioso, que se multiplicou por meio da lista de e-mail dele tentando convencer a você,  ludibriá-lo psicologicamente, a executar o tal programa malicioso ao clicar no link para ver a foto.
Com certeza você já deve ter clicado pelo menos uma vez...  afinal, quem já não foi em festas, ou já teve ou têm a velha turma de amigos, da escola ou faculdade, ou aquela amiga que há tempos não vê?
Ao clicar no tal link da foto, vai executar o tal programa malicioso, o vírus, e este infectará o seu computador e ao mesmo tempo se multiplicará, via sua lista de e-mail de amigos, na Internet enviando a mesma mensagem.]
Entretanto, se pensarmos da forma ”lato sensu”, podemos considerar vários tipos de códigos maliciosos como vírus; mas para este intento deveríamos ter um leque enorme de tipos de vírus de computador.

O funcionamento do Windows

Em geral no Microsoft Windows (principalmente 3.x e 9.x) não há uma estrutura de permissões bem construída a respeito de cada arquivo, do sistema ou não.

Isso significa que no Windows 98 se, por exemplo (e ainda, infelizmente, nos mais atuais também) eu executar um arquivo com código malicioso este, por sua vez, pode alterar arquivos do sistema, pois eu tenho, a possibilidade de alterar diversos arquivos do sistema.

Apesar das versões mais recentes do Windows tentarem bloquear certos arquivos, esta política não é tão bem estruturada (na verdade não é um trabalho de escalonar permissões legítimas).

O funcionamento do Linux

A forma do funcionamento do Linux é toda voltada para usuários. Cada usuário pode ter diversas permissões para se trabalhar com os arquivos do sistema (em geral apenas o Super Usuário, root, ou administrador, tem a possibilidade de apagar certos arquivos do sistema). Assim para executar um vírus “letal” no Linux, eu o teria de executar como super usuário.

Outra coisa importante é a diferença entre EXECUTAR e ABRIR algum arquivo. No Windows essas nomenclaturas se confundem. No Linux isso é bem definido: executar é diferente de abrir um arquivo, e para executá-lo devemos atribuir permissão de execução.
Um código malicioso sem a permissão de apagar arquivos do sistema só poderia apagar arquivos do usuário (o que de uma certa forma reduz o poder de destruição). Para evitar essa destruição, basta saber o que se está executando.

O Sudo

Mas no linux existe um software chamado ”sudo”, que permite com que eu executa um comando de super usuário com a senha do usuário comum. Aqui, alguns dizem, pode residir a possibilidade de se executar um código malicioso (ou, se formos a modo ”lato sensu”, vírus).

Entretanto, mesmo assim um suposto vírus deveria estar com permissão de execução, e o usuário, na maioria das vezes, deveria que inserir sua senha para que este código efetuasse seu estrago.

Fator externo

Para um código de cunho malicioso efetuar algum estrago relevante no linux então ele deve explorar falhar muito sérias no sistema (que por ser código aberto poderiam ser corrigidos) e algumas artimanhas que poderiam beirar a manobras psicológicas (como oferecer algo em troca se for executado um script, etc). Apesar disto as alternativas de um vírus estão reduzidas, devido a estrutura do software, mas não impossível de que se crie um código malicioso.

É possível vírus no Linux?
Sim, é possível que exista códigos maliciosos, mas estes tem o escopo de ação reduzido e não tão grande como os que encontramos nos milhares e milhares existentes para o Windows.
Apesar de tecnicamente ser possível, não há registro de vírus “potentes” que tenham efetuado estragos enormes em sistemas linux.

Com toda essa estrutura do sistema linux, basta se ter cuidado para não executar códigos maliciosos que porventura venham a existir.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Concurso de Blog Educacional

A Secretaria de Estado da Educação Goiás, por intermédio da Superintendência de Educação Básica e Coordenação de Educação a Distância, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura das inscrições para o Concurso de Blog Escolar, por ela oferecido.
O concurso tem caráter pedagógico cultural e busca promover o uso do Blog como recurso de interação e construção coletiva de conhecimento. Podem participar do concurso as unidades escolares de educação básica da rede pública estadual de ensino de Goiás.
O Blog inscrito no concurso deverá ser produzido coletivamente por alunos e professores, sendo o seu conteúdo de caráter público, devidamente hospedado num servidor gratuito na rede mundial de computadores.
 
Não será cobrada taxa de inscrição ou de qualquer outra natureza. O período das inscrições on-line será:

10 de novembro até
16 de novembro
2010


Fonte: GeteBlog

sábado, 23 de outubro de 2010

Oracle x LibreOffice

Oracle pede a membros do LibreOffice que deixem o conselho do OpenOffice.org

Quando o fork do OpenOffice.org foi anunciado vários membros esperavam que a Oracle apoiasse o projeto (o convite foi feito). Alguns imaginavam até que a empresa seria capaz de doar o nome e os domínios como "OpenOffice.org" para a nova fundação. Nada disso aconteceu.

Como é software livre e os fontes já estavam publicados, a Oracle não podia se apropriar do código proibindo a redistribuição, muito menos a criação de obras derivadas. Mas isso não obriga a empresa a sair apoiando qualquer tentativa de derivação, por mais forte que ela seja, caso do LibreOffice - que promete ser maior que o OpenOffice.org original daqui pra frente, dada a quantidade de participantes e grandes apoiadores. Justamente a Oracle vê o LibreOffice como algo não bom, e pretende continuar - sabe-se lá com quais objetivos - como o seu OO (OpenOffice), ao seu modo.

Apesar de ficar devendo um anúncio oficial um pouco claro, a empresa revelou parte das suas intenções ao pedir para que membros do conselho do OO que participam também da fundação do LibreOffice (The Document Foundation) deixem seus cargos.

O pedido foi feito numa reunião na semana passada por Louis Saurez-Potts, um dos responsáveis pela comunidade do OpenOffice.org - que já ocupava o mesmo cargo na Sun. O fato de participar das duas organizações coloca os envolvidos num conflito de interesses, prejudicando um ou mesmo os dois projetos.

Há quem discorde, mas pessoalmente até acho o pedido justo. Deixem os cargos no conselho do OpenOffice para quem vai participar ativamente do OO, não para quem está trabalhando ao mesmo tempo em outro projeto com objetivos idênticos - produzir uma boa suíte de aplicativos de escritório. O empenho das equipes e, consequentemente, a recepção do público, é que ditará o sucesso de um ou do outro. Aparentemente, pelo breve histórico da Oracle depois da compra da Sun, a liderança global será do fork LibreOffice, uma vez que sua origem - o OO - não tem atualmente uma organização realmente comprometida com a comunidade open source, que deveria ser a base do OpenOffice.org.

O fork LibreOffice não tinha essa impressão da Oracle no começo, uma vez que até chamaram os membros para largar a Oracle e participarem do LibreOffice de forma independente, mas algumas pessoas (com seus motivos, sejam eles quais forem, incluindo cargos na empresa e/ou dinheiro) não quiseram. Portanto a Oracle está disposta a continuar com seu programa, seja como for.


Fonte do Post:

LibreOffice 3.3.0 Beta 2 - somente para teste... por enquanto

LibreOffice 3.3.0 Beta 2 já está disponível para teste

15 de Outubro de 2010, por Vitorio Furusho

10 anos depois da abertura de código do StarOffice e o surgimento do OpenOffice.org, a Document Foundation anuncia o LibreOffice beta 2, disponível para testes no portal do TDF, somente em inglês, por enquanto. 

Para aquelas pessoas que queiram ajudar a testar o produto, as falhas encontradas podem ser reportadas em: https://bugs.freedesktop.org/

LibreOffice

De acordo com o beta release, antes de instalar a nova versão, em sistemas operacionais Windows e Linux que utilizam pacotes rpms, deve-se remover completamente a versão anterior do LibreOffice.

Para baixar o LibreOffice, clique aqui.

Qualquer desenvolvedor que queira contribuir com a TDF e LibreOffice poderá fazê-lo. Para isso é só acessar a página da internet com as informações necessárias: 


Mais informações:

Parte dos desenvolvedores do OpenOffice abandonam a Oracle e lançam o LibreOffice

OpenOffice larga Oracle: será independente, com nome LibreOffice

Muita gente não aprovou a compra da Sun pela Oracle. Nem mesmo desenvolvedores e pessoas diretamente ligadas a grandes projetos, como o OpenOffice. Um grande grupo de desenvolvedores decidiu desvincular a Oracle do OpenOffice. Como a marca é dela, criou-se o que alguns podem chamar de fork: uma continuação independente do OpenOffice, chamada LibreOffice.

O nome LibreOffice é temporário, estão tentando ver se a Oracle "doa" o nome "OpenOffice" ao projeto, e quem sabe se ela até mesmo não gostaria de apoiá-lo. A Oracle não anunciou a descontinuidade do OpenOffice, mas com seu histórico desastroso de relação com a comunidade depois que comprou a Sun, todo mundo tem medo.

O projeto ganhou uma nova fundação, a The Document Foundation. O anúncio traz mais detalhes e cita o endereço libreoffice.org, que deverá ser a página do programa em breve.

Para quem acha que será só mais um fork criado por um grupinho revoltado que não tem o que fazer, vale ressaltar que a mudança tem apoio de grandes grupos: Free Software Foundation, Open Source Initiative, Canonical, Red Hat, Novell, a fundação GNOME e o grande império Google.

A suíte de aplicativos de escritório veio evoluindo bastante ao longo dos últimos anos, de forma que para a maioria das necessidades os programas do pacote são suficientes. Normalmente ficam devendo ao maior concorrente - o Microsoft Office - recursos específicos, que nem todo mundo usa. Com isso a aceitação do OpenOffice (ou BrOffice, nome usado no Brasil) é muito grande, inclusive em empresas e algumas organizações públicas, especialmente devido o formato de documento aberto. O futuro de um programa como esse não pode ficar nas mãos de uma empresa com ações duvidosas ao lidar com questões comunitárias, já que ele é open source.

É enrolação com MySQL, briga com o Google por patentes do Java, fechamento do Solaris, agora indecisão quanto ao OpenOffice... Está faltando surgir um fork do VirtualBox, que tal?


Fonte do Post:


terça-feira, 29 de junho de 2010

Os motivos que levaram o MEC a adotar os Multiterminais nos laboratórios das Escolas Públicas


Brasil terá maior projeto de "virtualização" do mundo – com Linux


por Carlos Cardoso
18 de fevereiro de 2009, 14:17 

O ProInfo, programa de inclusão digital do Ministério da Educação vai instalar 356.800 estações de trabalho em escolas públicas de todo o Brasil, atingindo 5.560 municípios.

O custo, de menos de US$50,00 por unidade foi conseguido através da tecnologia de virtualização - Userful Multiplyer, que fornece aceleração de vídeo, USB e suporte a mais de 10 distros Linux.

O hardware de compartilhamento foi desenvolvido pela ThinNetworks, Os serviços de instalação, manutenção on-site e fornecimento dos equipamentos (computadores, monitores, teclados e mouses) ficarão por conta das empresas Daruma, Itautec e Positivo.

Já há 18,750 máquinas instaladas e funcionando, em escolas rurais
[no NTE de Silvânia há um ProinfoRural instalado e já migrado para o Linux Educacional 3.0]
  • A economia, pela utilização de thin clients e virtualização é expressiva. Representa de imediato 60% a menos nos custos iniciais e 80% de economia em energia, no decorrer do ano.
  • Serão poupadas emissões de carbono no montante de 170.000 toneladas anuais, ou o equivalente a 28.000 carros, o que torna a iniciativa além de tudo, verde.


Clique para baixar







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PS.
[na realidade, há diferenças entre:
"virtualização" e "multiterminais"]
[Clique aqui para ler sobre Virtualização e
clique aqui para ler sobre multiterminais e
tire suas conclusões.]


Fonte do Post:
Leia também:

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sábado, 26 de junho de 2010

Universidade Estadual de Goiás lança Sistema Operacional Araguaia e o coloca à disposição da administração pública e da comunidade

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) coloca a disposição dos usuários o sistema operacional Desktop Araguaia, baseado na distribuição DEBIAN e customizado conforme as necessidades das instituições públicas estaduais goianas. O sistema visa atender a demanda da administração pública com um software padrão, que pode ser adaptado com acréscimo de funcionalidades que atendem as necessidades específicas de cada órgão.

O objetivo da UEG e do Programa Estadual de Migração para o Software Livre é promover a uniformização das ferramentas utilizadas no serviço público, e desta maneira, facilitar os procedimentos de manutenção, suporte e treinamento dos usuários. Para André Luis Soares, Coordenador Tecnológico na Universidade, o sistema trará também independência das atualizações impostas pela industria de software e o domínio tecnológico sobre o produto.

Segundo o gestor de TI (Tecnologia da Informação), Carlos Alberto Moraes Jr., “o Desktop Araguaia visa proporcionar um sistema operacional enxuto que atende as necessidades básicas de cada setor da administração estadual”. Ainda de acordo com o gestor, o objetivo é que em cada órgão tenha a possibilidade de adaptar o sistema operacional de acordo com suas atuações funcionais.

O software está disponível, também de forma aberta, a qualquer pessoa que queira usá-lo, podendo ser obtido livremente por meio do portal Araguaia (http://www.softwarelivre.goias.gov.br/araguaia/).

Regionalidade

Além de atender às necessidades especificas dos usuários, a customização (personalização) do Desktop Araguaia homenageia um dos principais rios do estado, e foi produzida com objetivo de valorizar as cores e alguns pontos históricos e turísticos de Goiânia.

As fotos  que ilustram a proteção de tela do sistema operacional foram produzidas pela fotógrafa goiana Lázara Garcia e estão registradas sob licença CREATIVE COMMONS, que dá direito de cópia, distribuição e modificação, respeitando o crédito do autor inicial das imagens. O objetivo do espaço é de proporcionar um meio de divulgação do artista goiano, e nesta primeira versão, de homenagear a capital goiana.


Fonte do Post: 



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Linux para quem gosta de ter o seu próprio estilo

Todas as distribuições GNU/Linux possibilitam ao usuário configurá-lo conforme desejar. O alcance da possibilidade de configuração é total, desde que saiba como, já que o código fonte do mesmo é aberto e disponibilizado gratuitamente. Quem quiser aprender como fazer, vai encontrar na Internet "zilhões" de manuais, tutorias, passo-a-passo e dicas em inúmeros sites (um bom início é o FOCA LINUX, seja para iniciantes, intermediários ou avançados), sejam em sites das distribuições ou em sites particulares, e o melhor, gratuitos. Hoje, sem dúvida alguma, é o conhecimento que se adquire com o menor custo e maior liberdade possíveis no mundo das tecnologias. Este é um dos motivos do GNU/Linux estar atraindo cada vez mais jovens, indiferentemente de sexo (o ultimo curso que fiz, por exemplo, tive uma professora que deveria ter no máximo 20 anos e sabia de GNU/Linux mais que qualquer professor universitário que tive), para suas distribuições, para desespero do BigBill e seu windows.

Abaixo tem alguns exemplos de distribuições Linux (clique aqui para ver o ranking de visitas por distros no distrowatch. O ranking não é oficial), com configurações variadas conforme o desejo de seus usuários.

DEBIAN

UBUNTU

FEDORA

OpenSUSE

MANDRIVA

SLACKWARE

KURUMIN


Leia também:

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sexta-feira, 26 de março de 2010

Legislação sobre instalação e uso de Software nas Repartições Públicas do Estado de Goias

As repartições públicas podem ter instalados em seus computadores tanto software livre quanto software proprietário desde que, para o uso do segundo, com a devida licença do fabricante. Para saber mais sobre o regramento do uso de softwares no Serviço Público do Estado de Goiás, basta ler as seguntes Normas:

Lei 15.425 de 18 de outubro de 2005
  • Dispõe sobre a utilização de software livre de restrições proprietárias para a Administração Pública do Estado de Goiás. Define o que será tido como programa aberto para uso nos estabelecimentos públicos do Estado de Goiás, quais são os softwares proprietários que poderão ser "adquiridos" ( as tais licenças) e quais não poderão ser usados;
    • Decreto Nº6.806, de 22 de outubro de 2008 
      •  Regulamenta a Lei nº 15.425/05, que dispõe sobre a utilização de software livre de restrições proprietárias para a Administração Pública do Estado de Goiás.

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Portaria Nº1760/2009-GSF, de 26 de Novembro de 2009
    Regulamenta como será feita a transição do atual sistema em uso nos sistemas informatizados da Administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo e suas empresas sob o controle Estatal conforme estabelecido na Lei 15.425 de 18 de outubro de 2005 e regulamentado pelo Decreto Nº6.806 de 22 de outubro de 2008.
      Segundo a legislação, mais precisamente a portaria em seu art.3º, o planejamento e transição para o Software Livre nos órgãos pertencentes à administração pública do Estado de Goiás, seja direta, autárquica e ou fundacional, serão realizados e acompanhados através do portal :



      Clique na figura para ampliar
      Se quiser ler as diretrizes por completo clique aqui.

      Ainda, segundo a portaria em seu parágrafo único, caberá à Universidade Estadual de Goiás - UEG realizar a homologação e disponibilização nos sistemas desenvolvidos na plataforma aberta.





      Fontes do post: