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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Já está pronta a versão Alfa do Linux Educacional 4.0

A versão trata-se da primeira versão do sistema (versão alfa) e seu propósito é para testes.
A versão que entrará em produção está prevista para ser lançada em 16/11/2010.

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Linux Educacional
LINUX EDUCACIONAL 4.0

 

O projeto

Através de um convênio estabelecido entre o MEC e o C3SL, o projeto visa implementar a versão 4.0 do Linux Educacional. O objetivo principal é a pesquisa multidisciplinar nas áreas de software livre e informática na educação que tenha como resultados: (1) um protótipo de sistema operacional livre que maximize o desempenho de computadores escolares; e (2) um ambiente de aplicativos com interface adequada para o público escolar.

 

A metodologia

As atividades do projeto são desenvolvidas por equipes coordenadas por professores do C3SL/UFPR especialistas no tema. Cada equipe é composta por um grupo de profissionais responsáveis pela prospecção de soluções e implementação de novos pacotes. Todo produto gerado neste projeto será licenciado sob licença GPL (software livre) e será desenvolvido nas mais modernas técnicas para este tipo de software. Para isto são utilizadas ferramentas de controle de versão (GIT), técnicas de internacionalização e localização (I18N e L10N), sistemas de controle de projeto (TRAC) e demais técnicas padrão na área. Reuniões presenciais ou videoconferências são realizadas com a SEED/MEC para acompanhamento do projeto, validação das soluções propostas e eventuais correções no direcionamento do projeto, utilizando infraestrutura para tal já disponível para o C3SL.


A distribuição

Download DVD LE 4.0 

Md5: e242058ff2ba7c9cf78c2a94213cad2d

Esta  é a versão alfa, somente para testes. Por isso não coloquei o link para download. Quando sair a versão definitiva colocarei no Blog para baixarem.




Fonte: Portal do MEC


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domingo, 3 de outubro de 2010

O perigoso vírus Stuxnet

O Stuxnet é um vírus de computador que se espalha por pendrives e outros dispositivos USB e infecta sistemas industriais. Até agora, segundo empresas de segurança, o software já afetou aproximadamente 100 mil computadores em todo o mundo, a maior parte no Irã (58,31%), seguido por Indonésia (17,83%) e Índia (9.96%).

Os ataques direcionados a usinas do Irã e, agora, à indústria alemã, além da complexidade de seu código, levaram muitos especialistas a dizer que algum governo pode estar ligado à criação do vírus.  Em comunicado, o Kapersky Labs disse que "o Stuxnet é um protótipo de uma arma virtual que pode levar a uma nova corrida armamentista". As principais empresas de antivírus do mundo dizem ter proteção contra o Stuxnet.

Além dos pendrives, o Stuxnet pode se espalhar por meio de outros dispositivos de USB, como discos rígidos removíveis, celulares e até fotos. O vírus, que tem mais de 1,5 megabyte (um tamanho gigantesco para esse tipo de praga), começou a se espalhar em junho de 2009, mas só foi descoberto em junho de 2010.

O Stuxnet busca nos computadores um programa da empresa alemã Siemens usado para controlar oleodutos, plataformas de petróleo, centrais elétricas e outras instalações industriais. O vírus infecta o sistema, esconde-se em um rootkit (software criado para fingir que o sistema não foi invadido) e checa se o computador infectado está conectado a um sistema de fábrica chamado Siemens Simatic (Step 7). Se estiver, o vírus muda os comandos enviados do Windows, roda um programa chamado PLC e procura uma rede da fábrica. Se não achar, não faz nada.

Vírus é capaz de invadir lugares secretos

Em comunicado, a Siemens anunciou que 15 de suas fábricas já foram infectadas. No ano passado, a empresa disse que o Simatic é capaz de controlar sistemas de alarmes, controles de acesso e até portas - o que, em teoria, pode facilitar o acesso da praga a lugares secretos.

Segundo empresas de segurança, o software também já afetou computadores domésticos e de empresas. Analistas da área dizem que uma das formas de fazer com que o malware consiga entrar na rede de uma empresa é invadir "fisicamente" a casa de um funcionário, encontrar seu USB e infectá-lo. Depois, é só esperar até que ele leve o pendrive para o trabalho e infecte seu computador.
Se o programa malicioso encontra o que procura, ele faz mudanças complicadas no sistema, que não podem ser detectadas sem a checagem do ambiente. Segundo especialistas em segurança da F-Secure e da Symantec, teoricamente, o programa mexe em motores, correias de transporte e bombas - não só é capaz de parar uma fábrica como até de fazer máquinas explodirem.

O mistério em torno da origem de um dos vírus de computador mais perigosos do mundo fica cada vez mais complicado - tanto quanto o vírus em si. Alguns especialistas em segurança dizem que o alvo do Stuxnet eram as fábricas nucleares iranianas, para dificultar os planos do país de ter uma arma nuclear.

Origem do Stuxnet tem várias explicações

Na terça-feira (28), um especialista em computação alemão disse que Israel pode estar por trás dessa praga, ao mostrar que um arquivo dentro do código usa a murta (Myrtus em inglês), uma planta que pode ser uma referência ao Livro de Ester, uma história do Velho Testamento que conta como Jesus impediu uma trama nefasta por parte dos Persas, revelou o jornal americano The New York Times.

Na quarta-feira (29), três pesquisadores de segurança ofereceram outra pista em uma conferência em Vancouver, no Canadá. Eles disseram que o Stuxnet também traz referências à execução, em 1979, de Hagbib Elghanian, líder da comunidade judaica no Irã. Os pesquisadores da Symantec Nicolas Falliere, Liam Murchu e Eric Cohen mostraram que o código inclui um marcador com os números 19790509, que, ao ser executado, para de infectar o computador.

Especialistas em segurança dizem que desabilitar o AutoRun (acionamento automático) do Windows não impede que o Stuxnet atue, porque ele consegue infectar o computador mesmo assim. Segundo eles, as versões atuais do software malicioso têm data de expiração para o dia 24 de junho de 2012, quando o Stuxnet deixará de se espalhar.
 
 

Fonte do Post:

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sábado, 26 de junho de 2010

Universidade Estadual de Goiás lança Sistema Operacional Araguaia e o coloca à disposição da administração pública e da comunidade

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) coloca a disposição dos usuários o sistema operacional Desktop Araguaia, baseado na distribuição DEBIAN e customizado conforme as necessidades das instituições públicas estaduais goianas. O sistema visa atender a demanda da administração pública com um software padrão, que pode ser adaptado com acréscimo de funcionalidades que atendem as necessidades específicas de cada órgão.

O objetivo da UEG e do Programa Estadual de Migração para o Software Livre é promover a uniformização das ferramentas utilizadas no serviço público, e desta maneira, facilitar os procedimentos de manutenção, suporte e treinamento dos usuários. Para André Luis Soares, Coordenador Tecnológico na Universidade, o sistema trará também independência das atualizações impostas pela industria de software e o domínio tecnológico sobre o produto.

Segundo o gestor de TI (Tecnologia da Informação), Carlos Alberto Moraes Jr., “o Desktop Araguaia visa proporcionar um sistema operacional enxuto que atende as necessidades básicas de cada setor da administração estadual”. Ainda de acordo com o gestor, o objetivo é que em cada órgão tenha a possibilidade de adaptar o sistema operacional de acordo com suas atuações funcionais.

O software está disponível, também de forma aberta, a qualquer pessoa que queira usá-lo, podendo ser obtido livremente por meio do portal Araguaia (http://www.softwarelivre.goias.gov.br/araguaia/).

Regionalidade

Além de atender às necessidades especificas dos usuários, a customização (personalização) do Desktop Araguaia homenageia um dos principais rios do estado, e foi produzida com objetivo de valorizar as cores e alguns pontos históricos e turísticos de Goiânia.

As fotos  que ilustram a proteção de tela do sistema operacional foram produzidas pela fotógrafa goiana Lázara Garcia e estão registradas sob licença CREATIVE COMMONS, que dá direito de cópia, distribuição e modificação, respeitando o crédito do autor inicial das imagens. O objetivo do espaço é de proporcionar um meio de divulgação do artista goiano, e nesta primeira versão, de homenagear a capital goiana.


Fonte do Post: 



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Linux para quem gosta de ter o seu próprio estilo

Todas as distribuições GNU/Linux possibilitam ao usuário configurá-lo conforme desejar. O alcance da possibilidade de configuração é total, desde que saiba como, já que o código fonte do mesmo é aberto e disponibilizado gratuitamente. Quem quiser aprender como fazer, vai encontrar na Internet "zilhões" de manuais, tutorias, passo-a-passo e dicas em inúmeros sites (um bom início é o FOCA LINUX, seja para iniciantes, intermediários ou avançados), sejam em sites das distribuições ou em sites particulares, e o melhor, gratuitos. Hoje, sem dúvida alguma, é o conhecimento que se adquire com o menor custo e maior liberdade possíveis no mundo das tecnologias. Este é um dos motivos do GNU/Linux estar atraindo cada vez mais jovens, indiferentemente de sexo (o ultimo curso que fiz, por exemplo, tive uma professora que deveria ter no máximo 20 anos e sabia de GNU/Linux mais que qualquer professor universitário que tive), para suas distribuições, para desespero do BigBill e seu windows.

Abaixo tem alguns exemplos de distribuições Linux (clique aqui para ver o ranking de visitas por distros no distrowatch. O ranking não é oficial), com configurações variadas conforme o desejo de seus usuários.

DEBIAN

UBUNTU

FEDORA

OpenSUSE

MANDRIVA

SLACKWARE

KURUMIN


Leia também:

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